O volume de serviços em Goiás registrou sua terceira queda consecutiva em agosto, com recuo de 0,5% segundo dados da PMS divulgados pelo IBGE. O resultado contrasta com o cenário nacional, que apresentou variação positiva no mesmo período.
Sobre o tema envolvendo Setor de serviços, além disso, O volume de serviços em Goiás registrou, em agosto, a terceira queda consecutiva. Dessa forma, O tombo foi de 0,5%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, O percentual diz respeito à série com ajuste sazonal em relação ao mês imediatamente anterior.
Nesse sentido, O setor já vinha de quedas de 0,6% em junho e 2,4% em julho. Destarte, no acumulado de janeiro a agosto de 2026, a variação foi de -1,8% em Goiás. Quando se considera o montante dos últimos 12 meses, o setor tem variação de -0,7% no estado.
Os números vão na contramão do Brasil. Nacionalmente há variação positiva de 1,7% de janeiro e agosto deste ano e de 2,2% nos últimos 12 meses.
Contexto e detalhes sobre Setor de serviços
As atividades de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio registraram queda de 9,9% em agosto de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, constituindo o principal recuo entre os segmentos pesquisados. No acumulado do ano, a atividade apresentou variação de -6,2%, enquanto o acumulado em 12 meses ficou em -3,8%.
Também apresentaram retração na comparação interanual os segmentos de Outros Serviços (-6,2%) e Serviços de informação e comunicação (-2%). Em Outros serviços, as variações acumuladas foram de 1,8% no ano e 1,7% em 12 meses, enquanto Serviços de informação e comunicação acumularam altas de 3,4% e 3,8%, respectivamente.
Em sentido oposto, Serviços profissionais, administrativos e complementares cresceram 5,6% em relação a agosto de 2025, com avanços de 4,8% no acumulado do ano e de 5,2% em 12 meses. Já os Serviços prestados às famílias tiveram expansão de 3,0%, embora apresentem recuos acumulados de 2,3% no ano e de 3,8% em 12 meses.
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