Além disso, O ex-candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou nesta terça-feira (27) que uma eventual fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil seria consequência previsível da derrota do senador para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de domingo (25). Dessa forma, A declaração foi feita após a imprensa argentina noticiar que Flávio teria atravessado a fronteira para embarcar em um avião particular com destino aos Estados Unidos.
“Eu avisei ontem para vocês que o caminho natural do Flávio era fugir”, declarou Renan em vídeo publicado nas redes sociais. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Renan Santos continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, O presidente do partido Missão afirmou que as investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) poderiam levar Flávio a tentar deixar o país. Nesse sentido, segundo ele, a decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a entrega dos passaportes do senador aumentou a pressão sobre o parlamentar. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Renan Santos nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Renan Santos
Portanto, renan disse que recebeu informações sobre uma suposta viagem em avião particular, com passagem pela Argentina, mas reconheceu que a saída do Brasil ainda precisava ser confirmada.
Em seguida, A suspeita foi divulgada inicialmente pelo jornal argentino Infobae, que apontou a possibilidade de Flávio embarcar em Puerto Iguazú, na fronteira com Foz do Iguaçu (PR), rumo aos Estados Unidos.
De acordo com as apurações, A Polícia Federal iniciou verificações nos postos de fronteira e entrou em contato com autoridades argentinas para apurar a informação.
Principais pontos e impactos da decisão
Por outro lado, O governo da Argentina informou que não encontrou registro oficial de entrada de Flávio no país. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial do parlamentar, negou que ele tivesse saído do Brasil.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro também contestou a notícia e classificou como falsa a informação sobre a suposta viagem do irmão.
A declaração de Renan ocorreu no mesmo dia em que a Polícia Federal cancelou a validade dos passaportes de Flávio Bolsonaro por descumprimento de uma determinação judicial.
Na segunda-feira (26), Moraes havia proibido o senador de deixar o Brasil e estabelecido prazo de 24 horas para a entrega dos documentos, incluindo o passaporte diplomático.
O prazo terminou na manhã desta terça-feira sem que Flávio apresentasse os passaportes. A Polícia Federal informou que comunicaria o descumprimento da ordem ao STF.
A medida foi determinada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz.
O senador nega as suspeitas. Em vídeo divulgado na segunda-feira, afirmou que não pretendia deixar o Brasil, que entregaria os documentos e que se defenderia das acusações.
Flávio também questionou a decisão de Moraes e a relacionou a declarações de seu irmão Eduardo, que havia sugerido sua saída do país em caso de derrota eleitoral.
Apesar do cancelamento dos passaportes e das apurações sobre seu paradeiro, não havia confirmação oficial de que Flávio tivesse deixado o território brasileiro. Também não havia mandado de prisão contra o senador nas informações disponíveis até a tarde desta terça-feira.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Márcio Corrêa publica homenagem a Amilton Filho após um mês de morte: “Parece que a ficha não caiu”



