Além disso, O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a entrega dos passaportes de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para impedir que o senador deixe o Brasil durante uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Dessa forma, A medida foi solicitada pela Polícia Federal, que apontou risco de fuga. Com isso, flávio nega que pretendesse sair do país.
Nesse sentido, O senador é investigado no mesmo inquérito que o advogado Willer Tomaz, seu amigo. Portanto, A decisão tramita sob sigilo e também proíbe qualquer contato entre os dois. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Flávio Bolsonaro continuam sendo acompanhados com atenção.
Em seguida, no pedido encaminhado a Moraes, a PF citou a ligação de Flávio com a Alcazar Holding, empresa vinculada a Willer e sediada na Ilha da Madeira, em Portugal. De acordo com as apurações, O senador constava como usuário com acesso e poderes de gerenciamento em uma conta da empresa até maio de 2025.
Contexto e detalhes sobre Flávio Bolsonaro
Outro fundamento foi uma declaração de Eduardo Bolsonaro. Em entrevista a um programa americano na sexta-feira (23), o ex-deputado afirmou ser favorável à saída do irmão do Brasil caso ele perdesse a eleição presidencial. A PF também mencionou que Willer estava nos Estados Unidos desde agosto, sem previsão de retorno.
A investigação busca esclarecer as relações financeiras entre Flávio e o advogado. Conforme a Agência Brasil, a apuração preliminar da PF aponta o senador como possível beneficiário de recursos da empresa portuguesa. As suspeitas ainda estão sob investigação.
Flávio foi intimado na segunda-feira (26) e recebeu prazo de 24 horas para apresentar os documentos. A ordem alcançou os passaportes brasileiros, inclusive o diplomático, e eventuais documentos de viagem emitidos por outros países.
Nesta terça-feira (27), o senador não entregou o passaporte até o fim da manhã. A PF cancelou a validade do documento, como publicou o Mais Goiás minutos atrás.
Ao comentar a ordem nas redes sociais, Flávio atribuiu a medida à declaração do irmão e contestou a justificativa. “Eu nunca pensei em sair do país”, afirmou. O senador disse que entregaria os passaportes e classificou a decisão como uma tentativa de intimidação.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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