Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Alexandre de Moraes

Flávio Bolsonaro descumpre prazo para entregar passaporte e PF cancela documento

Flávio Bolsonaro descumpre prazo para entregar passaporte e PF cancela documento

Além disso, O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) descumpriu o prazo dado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar o passaporte até o fim da manhã desta terça-feira (27).

Dessa forma, em razão do descumprimento, a Polícia Federal cancelou a validade do documento.

Com isso, nesta segunda-feira, Flávio foi intimado por agentes da PF a apresentar os seus documentos num prazo de 24 horas, que se encerrou na manhã desta terça.

Contexto e detalhes sobre Flávio Bolsonaro

Nesse sentido, na decisão, Moraes ainda proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, que é seu amigo pessoal. Portanto, os dois são investigados em um inquérito na Corte por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Em seguida, tomaz já está fora do país desde agosto, segundo a PF.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar disse ter sido abordado no meio da rua, após deixar o condomínio onde mora, no Lago Sul, em Brasília, a caminho da casa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

— Hoje de manhã eu fui visitar o meu pai, como vocês sabem, ele está em prisão domiciliar. E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e no meio da rua eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país. A decisão do Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23 de outubro que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição — afirmou Flávio, em vídeo divulgado nas redes sociais.

Na sexta-feira passada, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu que, em caso de derrota nas urnas, Flávio deveria deixar o país. A entrevista foi dada a um programa dos Estados Unidos, onde ele mora, antes do resultado. Neste domingo, Flávio Bolsonaro perdeu as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi reeleito ao cargo.

— Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza — disse Eduardo, que na mesma entrevista afirmou que, em caso de derrota, o irmão deveria contestar o resultado das urnas.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás