A Comissão de Constituição e Justiça de Goiânia aprovou projeto que garante acesso gratuito de táxis para embarque e desembarque em eventos com mais de 5 mil pessoas. A proposta, de autoria do vereador Henrique Alves, visa melhorar a mobilidade urbana e segue agora para votação em Plenário.
Além disso, A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Goiânia aprovou, na quarta-feira (14), o projeto de lei que prevê acesso gratuito de táxis aos locais de eventos com público superior a 5 mil pessoas para embarque e desembarque de passageiros. Dessa forma, de autoria do vereador Henrique Alves (MDB), o PL 184/2024 segue agora para primeira votação em Plenário.
Com isso, A proposta busca facilitar o deslocamento de pessoas que participam de grandes eventos na capital, especialmente durante a noite ou em períodos de maior concentração de público. A iniciativa também tem como objetivo contribuir para a organização do trânsito no entorno dos espaços que recebem shows, apresentações e outras atividades de grande porte. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a prevê acesso continuam sendo acompanhados com atenção.
Prevê acesso: Projeto busca reduzir congestionamentos
Segundo o autor, a medida pode ampliar as opções de transporte para os frequentadores e oferecer mais comodidade e segurança no deslocamento até os eventos. A expectativa é que a facilidade de acesso aos táxis também ajude a reduzir os congestionamentos nas imediações dos locais.
Na justificativa do projeto, Henrique Alves destaca que grandes eventos movimentam a economia de Goiânia e ampliam as opções de cultura e entretenimento para a população, mas também impõem desafios à mobilidade urbana.
“A realização de grandes eventos em Goiânia movimenta a economia local e proporciona entretenimento e cultura para a população. No entanto, essas atividades também trazem desafios significativos em termos de mobilidade urbana, segurança e comodidade para os participantes. É crucial que o poder público e os organizadores dos eventos busquem soluções para minimizar esses impactos negativos”, afirmou o vereador.
Matéria ainda precisa passar pelo Plenário
Com a aprovação na CCJ, o projeto está apto a seguir para a primeira votação em Plenário. A proposta ainda precisa avançar na tramitação legislativa para que a medida possa entrar em vigor.
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