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Justiça nega liberdade a PM acusado de matar estudante de medicina

Além disso, A Justiça de São Paulo decidiu manter preso o policial militar Bruno Carvalho do Prado, réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos. Dessa forma, O estudante morreu em 20 de novembro…

Justiça nega liberdade a PM acusado de matar estudante de medicina

Além disso, A Justiça de São Paulo decidiu manter preso o policial militar Bruno Carvalho do Prado, réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos. Dessa forma, O estudante morreu em 20 de novembro de 2024, após ser baleado durante uma abordagem policial dentro de um hotel na Vila Mariana, zona sul da capital paulista. Com isso, A decisão foi tomada pela 4ª Vara do Júri de São Paulo na última quinta-feira (27/8).

Nesse sentido, A defesa de Bruno havia pedido a revogação da prisão preventiva, mas a juíza Luiza Torggler Silva negou o pedido e manteve o PM preso. Portanto, na decisão, a magistrada determinou que Bruno permaneça na prisão pelo menos até que seja analisado definitivamente um habeas corpus apresentado pela defesa.

Marco Aurélio Cardenas Acosta, estudante do 5º ano de medicina, foi morto por policiais na madrugada de 20 de novembro de 2024, dentro de um hotel na Vila Mariana. Ele deu um tapa no retrovisor da viatura policial e seguiu correndo até o hotel, onde houve um confronto. Um dos PMs disparou no abdômen de Marco Aurélio, que foi atendido no Hospital Ipiranga, mas não resistiu e faleceu horas depois.

Contexto e detalhes sobre estudante de medicina

O Ministério Público do estado (MPSP) denunciou os dois PMs por homicídio qualificado. A prisão preventiva de Bruno foi decretada em 31 de julho, após um pedido do Ministério Público e dos representantes da família de Marco Aurélio. Além da prisão, a Justiça determinou que Bruno fosse afastado das funções policiais e teve o porte e a posse de armas suspensos.

As imagens do circuito interno do hotel mostram que o PM Augusto atirou após o soldado Prado dar um chute no estudante, e não há evidências de que Marco Aurélio tentou pegar a arma do agente, como alegado no boletim de ocorrência.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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