Com a possibilidade de acesso à Série A, o Vila Nova avalia alternativas para o local de seus jogos, já que a capacidade atual do OBA é inferior à exigida pela CBF. O clube estuda realizar melhorias no próprio estádio ou utilizar o Estádio Olímpico.
Além disso, O Vila Nova está cada vez mais próximo de realizar um sonho histórico: conquistar o primeiro acesso à Série A do Campeonato Brasileiro. Dessa forma, líder da Série B, com 61 pontos em 33 jogos, o Tigrão tem cinco partidas pela frente para confirmar a classificação à elite nacional. Com isso, de acordo com levantamento do Globo Esporte, o Vila apresenta 69,83% de chances de terminar entre os dois primeiros colocados, garantindo o acesso direto, e 99,97% de possibilidades de assegurar presença no G-6, grupo que reúne os classificados para os playoffs, responsáveis por definir outras duas vagas na Série A.
Nesse sentido, A excelente campanha, comandada pelo técnico Guto Ferreira, já provoca um questionamento entre os torcedores: caso o Vila Nova conquiste o acesso, onde disputará seus jogos como mandante na Série A de 2027? Portanto, A preocupação tem fundamento. O regulamento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), utilizado na edição de 2026 da primeira divisão, exige que os estádios tenham capacidade mínima para 12 mil espectadores sentados, com autorização dos órgãos competentes. Atualmente, o Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), casa do Vila Nova, está autorizado a receber 10 mil torcedores, número inferior ao exigido para partidas da elite nacional.
O assunto foi abordado com o presidente do Conselho Deliberativo do Vila Nova, Leandro Bittar, durante entrevista à TV Brasil Central. O dirigente reconheceu a necessidade de planejamento, mas ressaltou que o principal objetivo do clube continua sendo conquistar o acesso. “Esse é o melhor dos problemas, eu acho. Todo torcedor quer ter esse tipo de problema, e nós também.
Contexto e detalhes sobre acesso à Série
É lógico que a gente precisa analisar os dois cenários, mas não tem muito para onde fugir. Hoje, a gente não tem o Serra Dourada. A gente tem o Olímpico, tem o OBA, e precisa avaliar, dentro daquilo que é necessário para uma disputa de Série A, o que seria possível fazer de melhorias no OBA, para entender se é viável ou não”, afirmou.
Leandro Bittar também destacou que o clube já precisa considerar as alternativas, embora a prioridade seja garantir a classificação. “Acho que, nesse momento, seria isso: trabalhar com esses dois cenários, planejando, mas o foco principal é achar esse problema. Chegar nesse problema é o nosso maior objetivo, que é estar na Série A”, completou.
Di diante desse cenário, duas possibilidades aparecem para o Vila Nova: utilizar o Estádio Olímpico, em Goiânia, desde que atenda às exigências da CBF, ou realizar adequações no próprio Onésio Brasileiro Alvarenga para ampliar sua capacidade e cumprir os requisitos necessários. A segunda alternativa permitiria ao clube continuar atuando em sua casa, mas dependeria de obras, laudos técnicos e autorizações.
Principais pontos e impactos da decisão
A definição do estádio também representa uma corrida contra o tempo para o Vila Nova. A Série B do Campeonato Brasileiro de 2026 termina no fim de novembro e, em caso de acesso, o clube terá pouco mais de dois meses para definir e adequar o local onde mandará seus jogos na elite. Pelo calendário de 2027, a Série A do Campeonato Brasileiro começa já na última semana de janeiro, o que exigirá uma decisão rápida entre a utilização do Estádio Olímpico ou as intervenções necessárias para que o OBA possa receber partidas da primeira divisão.
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