Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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“Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil e dirijo-me a vocês como o verdadeiro presidente eleito”, diz Flávio Bolsonaro dos EUA

“Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil e dirijo-me a vocês como o verdadeiro presidente eleito”, diz Flávio Bolsonaro dos EUA

“Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil.”

Sobre o tema envolvendo fugi do Brasil, além disso, O senador Flávio Bolsonaro divulgou nesta quarta-feira (28/10) um pronunciamento em que afirma não ter fugido do Brasil e rejeita o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral. Dessa forma, ele diz que vai reivindicar a legitimidade do mandato com base no apoio declarado de mais de 60 milhões de votantes.

Flávio declarou que não pesa contra ele mandado de prisão formal e que sua partida antecipou-se a um cerco judicial que já considerava inevitável. “Eis o roteiro da perseguição: apreensão de passaporte, tornozeleira eletrônica, censura, prisão domiciliar, julgamento de fachada e, finalmente, condenação política. Não vou submeter minha família a isso.” Segundo ele, permanecer no Brasil o condenaria a ficar “calado, preso e censurado”, como ocorreu com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O parlamentar sustentou ter vencido a disputa eleitoral e justificou a ida para o exterior como a única forma de exercer a liderança política sem as restrições impostas por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio ressaltou que sua partida evitou o que chamou de roteiro de perseguição, cenário que inviabilizaria sua atuação no Brasil, repetindo as medidas aplicadas ao seu pai.

Contexto e detalhes sobre fugi do Brasil

“Quero dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro, que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que implementou uma tirania”, declarou.

Para embasar a contestação da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador detalhou supostas fraudes no processo de apuração, apontando o que chamou de “impossibilidade matemática” no acréscimo de mais de 10 milhões de votos para a chapa governista entre o primeiro e o segundo turno.

O parlamentar citou ainda uma intervenção indevida do STF sobre a competência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para estender a votação quando os terminais já estavam encerrados, o que teria gerado regras desiguais entre eleitores, além de sustentar que o abuso reiterado de poder político e econômico durante a campanha justificaria a cassação da chapa eleita.

Principais pontos e impactos da decisão

Como plano de ação política, o senador anunciou que assumirá a linha de frente do debate institucional em nome dos quadros oposicionistas que permanecem no Congresso Nacional, mencionando expressamente o senador Rogério Marinho. Flávio afirmou que usará a segurança do exterior para criticar e correr riscos que os parlamentares em território brasileiro estariam impedidos de assumir.

Ao situar sua saída no plano internacional, o parlamentar traçou paralelos com figuras históricas que recorreram ao exílio e citou opositores venezuelanos. No comunicado, Flávio agradece a acolhida de Donald Trump e do povo norte-americano pela segurança jurídica, elogiou a postura do presidente argentino Javier Milei e fez um apelo para que a comunidade internacional não normalize a crise institucional no Brasil.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás