Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Justiça determina penhora de mansão de Renato Aragão por dívida de IPTU

Justiça determina penhora de mansão de Renato Aragão por dívida de IPTU

Além disso, uma execução fiscal movida contra o humorista Renato Aragão terá seguimento determinado pela Justiça do Rio de Janeiro. Dessa forma, assinada nesta terça-feira (27/10), a decisão da juíza Kátia Cristina Nascentes Torres, titular da 12ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, ordena que um oficial de Justiça se dirija ao imóvel para efetuar a penhora e avaliar a propriedade.

Com isso, O motivo é uma dívida de R$ 676 mil em IPTU com a Prefeitura do Rio, referente aos anos de 2021 a 2023. Nesse sentido, segundo o despacho judicial, Aragão foi citado e não efetuou o pagamento.

Portanto, em maio, o valor pedido pelo imóvel no mercado era de R$ 18 milhões, quantia que supera, em tese, com folga, o montante da dívida em disputa.

Contexto e detalhes sobre Renato Aragão

Em seguida, com quatro suítes e cerca de 3 mil metros quadrados de área edificada, a mansão é de grande porte. Segundo relatos divulgados na imprensa, a mansão conta com pomar e extensos jardins, antiga pista de motocross, área para helicóptero, piscina, campo de futebol e quadras poliesportiva e de tênis.

O imóvel em questão fica no Pontal Oceânico, bairro do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio. Trata-se de uma das áreas mais valorizadas da região, já em uma localidade da elite carioca.

A execução fiscal é o caminho que o poder público usa para cobrar tributos não pagos na Justiça. Como Aragão não quitou o débito após ser citado, a juíza autorizou a penhora como garantia do processo.

Além da penhora, o ator foi nomeado depositário do imóvel até a próxima decisão judicial. Isso significa que ele fica responsável pela guarda da propriedade, mas não pode dispor dela livremente enquanto o processo correr.

Concluída a diligência, Renato Aragão e sua esposa serão intimados, momento a partir do qual o ator contará com 30 dias para protocolar embargos à execução, mecanismo pelo qual o devedor pode contestar judicialmente a cobrança. Dependendo do andamento do processo, uma decisão futura poderá levar o bem a leilão para satisfazer o débito. Até agora, nenhuma manifestação pública de Renato Aragão foi registrada a respeito da decisão judicial.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás