Além disso, A Justiça de São Paulo busca, desde o final de julho, a penhora de veículos pertencentes ao ex-jogador Marcelinho Carioca para saldar o débito de R$ 705 mil devidos aos pais de um adolescente que morreu em seu sítio em 1998.
Dessa forma, O caso remonta à morte de Cristiano Donizeti, que tinha 17 anos quando foi pisoteado por um cavalo na propriedade do ex-ídolo do Corinthians. Com isso, marcelinho foi condenado em todas as instancias, sem direito a recurso, por culpa no acidente, mesmo sem estar presente no momento. Nesse sentido, A sentença de primeira instância apontou a inexperiência do menor e a falta de estrutura do sítio para o manejo de cavalos.
O magistrado Alfredo Gehring Cardoso Falchi Fonseca, titular da 1ª Vara Cível da Comarca de Itapetininga (SP), chegou a autorizar arrombamento e apoio policial para viabilizar a penhora. Ainda assim, os oficiais de Justiça realizaram duas diligências sem conseguir localizar Marcelinho em nenhuma delas.
Contexto e detalhes sobre Marcelinho Carioca
Pesquisas nos sistemas eletrônicos do Judiciário tampouco identificaram bens registrados em nome do ex-atleta. O que se encontrou foram apenas contas bancárias sem saldo.
A sentença inicial estabeleceu indenização de R$ 100 mil. O montante foi crescendo ao longo dos anos e, após o esgotamento dos recursos e o encerramento definitivo do processo, alcançou R$ 705 mil.
Servio Machado, de 75 anos, e Pedra Batista, de 69 anos, pais de Cristiano e credores da indenização, tiveram imóveis de Marcelinho em São Paulo identificados e penhorados em 2024, mas seguem sem receber o valor a que têm direito. O casal relata que o ex-jogador nunca os procurou para tratar do pagamento.
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