Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Gangues do quebra-vidro: motoristas recorrem a películas antivandalismo para ganhar segundos contra o crime em SP

Sobre o tema envolvendo Gangues do quebra, além disso, O empresário Douglas Verza Alves, que é cadeirante, estava ao volante na Avenida do Estado, em São Paulo, quando um criminoso se aproximou, quebrou o vidro do carro e levou seu celular. Dessa forma, O ataque foi registrado por câmeras instaladas no próprio veículo. Com isso, em segundos, uma situação de trânsito se transformou em um roubo.

Nesse sentido, segundo o relato do empresário feito nas redes sociais, uma motocicleta parou à frente dos veículos e interrompeu o fluxo perto de um semáforo. Portanto, douglas baixou a janela para conversar com outro motorista e entender o que havia acontecido. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Gangues do quebra continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, nesse intervalo, o assaltante surgiu pelo lado do passageiro, atingiu o vidro e retirou o aparelho. De acordo com as apurações, ele suspeita que a interrupção do trânsito tenha servido para distrai-lo, o que pode ter facilitado a ação. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Gangues do quebra nos últimos dias.

Por outro lado, na Rua José Maria Lisboa, nos Jardins, um caso semelhante: o motorista de aplicativo Aldo Lima Neto também foi surpreendido durante o trânsito lento. Vale destacar que com uma passageira no carro, ele sofreu uma tentativa de assalto quando um homem golpeou a janela traseira para tentar alcançar o interior do veículo. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Gangues do quebra devem surgir em breve.

Sendo assim, aldo, que tem deficiência auditiva, percebeu o perigo pela reação da cliente. Além disso, conseguiu sair do local antes que o criminoso completasse o roubo. Dessa forma, O veículo tinha película antivandalismo e o vidro resistiu aos golpes.

Com isso, os dois casos expõem a rapidez das ações conhecidas como “quebra-vidro”. Os criminosos aproveitam semáforos fechados e congestionamentos para atingir as janelas e retirar celulares e outros objetos do interior dos veículos. Entre o primeiro golpe e a fuga, a vítima pode ter poucos segundos para compreender o que aconteceu.

Esse receio também chega às lojas de acessórios automotivos. Motoristas procuram películas de segurança, popularmente chamadas de antivandalismo, para dificultar o acesso ao carro após a quebra da janela. A proteção, porém, tem limites: o vidro pode quebrar mesmo com o material aplicado.

A película, no entanto, ajuda a manter os estilhaços unidos e pode retardar a abertura de uma passagem até o interior do veículo.

Gangues do quebra: A busca começa antes do ataque

Segundo o empresário Arthur Ortiz, da Évora Maxx, especializada em segurança automotiva, a experiência de pessoas próximas pesa na decisão dos clientes de instalar o produto.

“A maior parte dos clientes relata que um familiar, amigo ou pessoa próxima já passou por uma ocorrência envolvendo a quebra do vidro do veículo, e por isso decide instalar a película de forma preventiva”, afirma.

Outra parcela procura a proteção depois de sofrer um ataque. De acordo com Ortiz, são pessoas que, após a experiência, não se sentem mais confortáveis para circular por São Paulo sem uma barreira adicional nas janelas.

Na distribuição de películas automotivas atendida pela Évora Maxx na Grande São Paulo, os modelos de segurança representam aproximadamente 40% do faturamento.

Segundo o empresário, a categoria cresceu cerca de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números se referem à operação da empresa e ajudam a mostrar o espaço que a preocupação com a segurança ocupa na escolha de acessórios para o veículo.

Queda nos registros não elimina a preocupação

O medo dos ataques convive com uma redução nos registros de roubo de celulares. Segundo balanço divulgado pelo governo paulista, com dados da Secretaria da Segurança Pública, a capital registrou 8.430 ocorrências no primeiro bimestre de 2026, queda de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O total corresponde a aproximadamente 143 registros por dia. Esse indicador reúne roubos de celulares em diferentes circunstâncias. Não representa apenas as ocorrências com quebra de vidros de veículos.

Além da abordagem nas ruas, as investigações miram a estrutura que recebe e revende os aparelhos. Em setembro, a Operação Frankmobile teve como alvo uma cadeia de roubo, furto e receptação em São Paulo. Segundo o governo estadual, o esquema incluía alteração do IMEI, código que identifica o celular, e remoção de bloqueios técnicos para reaproveitamento de peças.

O que a película pode fazer

A película não transforma o vidro comum em blindado. “A película de segurança não deve ser apresentada como um produto que torna o vidro inquebrável”, afirma Ortiz.

A função do material é ajudar a manter os fragmentos unidos depois do impacto. Com os pedaços de vidro presos à película, a abertura de uma passagem até o interior do carro pode ficar mais difícil. É nessa resistência adicional que está a possibilidade de ganhar tempo.

Não existe, porém, um número fixo de segundos de proteção. O resultado depende das características do material, da qualidade da instalação, do vidro e das condições do ataque. Também não há garantia de que o agressor desista ou de que o motorista consiga deixar o local.

O cuidado começa na escolha e na aplicação

Antes de contratar o serviço, o consumidor precisa saber qual produto será instalado, quais vidros receberão a película e o que a garantia cobre. Procedência, especificações técnicas e orientações do fabricante são informações que devem acompanhar o orçamento.

A instalação também exige atenção. A aplicação deve seguir as características do material e do veículo. A retirada dos vidros, por exemplo, não pode ser tratada como uma exigência para todos os produtos nem como garantia de resistência a qualquer golpe.

Outro ponto é a diferença entre escurecimento e segurança. A aparência da película, por si só, não comprova sua capacidade de reter fragmentos. O consumidor precisa conferir a finalidade e as especificações do modelo escolhido.

Para quem depende do carro para trabalhar, o prejuízo de um ataque vai além do celular levado. Ficam o susto e o receio de parar no próximo sinal. É nesse intervalo entre o golpe e o acesso ao veículo que os motoristas buscam uma proteção a mais.

“Foi muito traumático. Eu não quero que isso aconteça comigo de novo, e nem com ninguém”, disse Aldo.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás