Jornalismo independente, atualizado 24h

, , , ,

Conto de repórter do Mais Goiás sobre assassinatos no Congresso é selecionado para antologia nacional

Sobre o tema envolvendo Conto de repórter, além disso, durante o dia, o jornalista Rafael Oliveira escreve sobre os acontecimentos de Goiás para o portal de notícias Mais Goiás. Dessa forma, À noite, também escreve histórias sobre aquilo que não…

Conto de repórter do Mais Goiás sobre assassinatos no Congresso é selecionado para antologia nacional

Sobre o tema envolvendo Conto de repórter, além disso, durante o dia, o jornalista Rafael Oliveira escreve sobre os acontecimentos de Goiás para o portal de notícias Mais Goiás. Dessa forma, À noite, também escreve histórias sobre aquilo que não deveria existir. Com isso, O segundo ofício acaba de render uma seleção literária: o conto “A Casa dos Esquecidos” foi escolhido para integrar a antologia “Obscura”, da Editora Carnage, publicação dedicada a histórias de suspense e terror.

Nesse sentido, A história começa com dois funcionários do Congresso Nacional encontrados mortos na grama da Esplanada, sem sinais aparentes de violência. Portanto, para a polícia, o caso pode ser explicado por causas naturais. Para Bruno, estudante de História e neto de um candango desaparecido durante a construção de Brasília, as antigas cartas do avô contam outra história. O rapaz decide investigar os subterrâneos do Congresso e acaba encontrando aquilo que foi escondido sob o concreto da capital.

Um dos trechos que estabelece o tom do conto aparece ainda nas cartas do avô de Bruno: “O concreto engoliu o Tião ontem à noite. O engenheiro disse para não parar o misturador. Brasília foi erguida sobre carne fresca.” A partir daí, a história mistura suspense sobrenatural e uma memória histórica real: a dos milhares de trabalhadores que migraram para Brasília durante sua construção na década de 1960.

Contexto e detalhes sobre Conto de repórter

A inspiração ganha contornos de horror quando os personagens entram no subsolo do Congresso. Entre os corredores escuros, encontram uma figura presa ao teto, com o corpo coberto de poeira, e descobrem que os mortos não querem apenas assustá-los. São os “esquecidos” — trabalhadores que, na ficção, foram engolidos pelas fundações da nova capital e permaneceram presos ali durante seis décadas.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: ‘Ressignificar’: projeto de costureiras voluntárias transforma retalhos em colchas para quem mais precisa em Goiânia

Anterior
Proxima

Leia tambem

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *