Sobre o tema envolvendo Caiado defende, além disso, O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) quebre o sigilo de todas as investigações que envolvem o escândalo do Banco Master, a fraude do INSS e a produção do filme Dark Horse. Dessa forma, O ex-governador de Goiás acredita que os eleitores devem ter acesso às apurações para saberem se vão votar em algum nome que pode estar envolvido em fraudes.
“É importante que o Supremo tenha a responsabilidade de poder quebrar o sigilo de todas essas denúncias que existem, de todas as operações que existem, para que a democracia não sofra um golpe”, disse Caiado. Com isso, A fala ocorreu durante uma sabatina no jornal O Estado de S. Paulo, em São Paulo, transmitida nesta quinta-feira (3/9). Na ocasião, Caiado ainda defendeu o afastamento do ministro Alexandre de Moraes do STF, afirmando que sua permanência na Corte “desestabiliza a democracia brasileira”.
O ex-governador também sustentou que o presidente eleito deve ser alguém com “experiência e autoridade moral”, ao criticar a candidatura do psiquiatra Augusto Cury (Avante), que tem crescido nas pesquisas eleitorais. Segundo a última pesquisa Quaest, divulgada nessa quarta (2/9), Cury conquistou 10% das intenções de voto, atrás apenas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo levantamento, Caiado aparece com apenas 1%.
Contexto e detalhes sobre Caiado defende
Sobre segurança pública, Caiado se colocou a favor da ampliação da condenação de agressores de mulheres, defendendo a confiscação de bens, com transferência para a vítima ou filhos. “O feminicídio é uma chaga para a qual nós precisamos de uma medida extremamente drástica, como coloquei no meu plano de governo”, propôs.
Caiado também se manifestou contra o uso de câmeras corporais por policiais, apesar de a ferramenta ser defendida por especialistas. “A posição de cada governador é um direito que a Constituição garante. Se o governador quiser usar a câmera, que ele use a câmera. Eu não vou discutir esse assunto”, disse.
Em relação à redução da escala 6×1, discutida atualmente no Congresso Nacional, Caiado se diz favorável à medida, mas entende ser necessário um período de transição. “Quando um governo propõe uma discussão como essa, ela não pode ter um viés eleitoreiro”, opinou.
No âmbito internacional, ao ser questionado sobre o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil, Caiado defendeu um diálogo “sem agressão e com respeito”. Ele destacou a importância de buscar parcerias em tecnologia e inovação.
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