Sobre o tema envolvendo Adolescente desloca, além disso, A ação de bocejar costuma ser um ato banal do dia a dia. No entanto, para o adolescente Felipe Firmino, de 14 anos, o bocejo acabou se transformando em uma situação de emergência. Dessa forma, na última quinta-feira (28/8), ao abrir a boca para bocejar, o jovem ouviu um estalo e, ao tentar fechá-la, descobriu que havia deslocado a mandíbula.
Com isso, O caso inusitado foi registrado pelo irmão do jovem, Matteus Firmino, de 24 anos. Nesse sentido, ao Metrópoles, Matteus contou que, no dia do ocorrido, Felipe havia chegado em casa após sair mais cedo da escola. Portanto, tudo estava normal até que o jovem se direcionou à sala, onde deitou. Em seguida, em certo momento, acabou bocejando e não conseguiu mais fechar a boca. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Adolescente desloca continuam sendo acompanhados com atenção.
“Deu um estralo muito grande na boca dele e travou. Ele não conseguia falar e gritou para minha mãe. Nisso, ela se desesperou e a gente botou ele no carro para ir direto ao hospital”, disse. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Adolescente desloca nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Adolescente desloca
A família do jovem já possui um histórico do problema. Segundo Matteus, um tio da família já passou por esse problema “várias vezes”. A família foi até o Hospital Região Leste (HRL), no Paranoá, onde o jovem foi encaminhado para realizar exames de radiologia e tomografia, além de tomar remédio endovenoso.
“A cada hora que passava, ele sentia mais dor e também começou a enjoar. Ele chegou a vomitar de boca aberta e a gente ficava com medo dele engasgar”, ressaltou. Diante da situação, a equipe médica do HRL disse à família que o adolescente precisaria ser atendido por um especialista em bucomaxilo o mais rápido possível, caso contrário, o estado do jovem poderia causar sequelas.
Como a unidade não contava com o especialista necessário, ele foi transferido ao Hospital de Base. “Era um caso bem específico. Quando chegamos lá [Hospital de Base], ele entrou direto na sala do especialista. Depois disso, foi questão de segundos para colocar a boca dele no lugar novo“, destacou Matteus.
Principais pontos e impactos da decisão
O jovem não precisou passar por nenhum procedimento ou cirurgia para colocar a mandíbula no lugar novamente. “O processo de volta [da boca no lugar] acabou sendo na força bruta mesmo”, acrescentou.
Após o atendimento, Felipe recebeu recomendações para evitar que o problema voltasse a acontecer. Entre as orientações estavam a realização de tratamento para a articulação temporomandibular (ATM) e sessões de fisioterapia. A alimentação também precisou ser adaptada nos primeiros dias, com o jovem consumindo alimentos mais leves, como sopas e sucos, além de permanecer com uma bandagem para ajudar na recuperação da mandíbula.
O adolescente ficou afastado da escola até começar a se sentir mais confortável com a recuperação. “Ele ficou de atestado até segunda-feira, porque estava com medo de cair de novo. Nos primeiros dias, ele estava até falando com a boca mais cerrada por conta da dor e do receio de bocejar, mas agora ele já está falando e comendo normalmente”, concluiu.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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