Terça-feira, 20 de outubro de 2026
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Manifestantes protestam contra suposta interferência eleitoral da Meta em SP

Manifestantes protestam contra suposta interferência eleitoral da Meta em SP

Sobre o tema envolvendo Manifestantes protestam, representantes de entidades organizadoras se deslocaram nesta segunda-feira (19/10) até a sede da Meta, localizada na Avenida Faria Lima, em São Paulo, com o objetivo de protocolar uma notificação extrajudicial endereçada a Conrado Leister, que ocupa o cargo de diretor da empresa no Brasil. Além disso, de acordo com a reportagem do G1, a companhia se recusou a receber o documento.

Dessa forma, A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proferida nesta quinta-feira (15/10), proíbe a Meta de intervir na distribuição de publicações políticas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) até o fim do segundo turno das eleições de 2026. Com isso, O tribunal agiu após a coligação de Lula ingressar com ação alegando falhas reiteradas e sistemáticas na entrega de postagens da campanha. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Manifestantes protestam continuam sendo acompanhados com atenção.

Manifestantes protestam: Denúncias das entidades

Nesse sentido, as organizações CTRL+Z, Código Não Binário, Artigo 19, Diracom, Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e Sleeping Giants Brasil registraram casos de contas suspensas, conteúdos excluídos, reduções abruptas de alcance e bloqueios de funcionalidades sem qualquer justificativa apresentada. Portanto, os grupos levantam ainda suspeitas sobre anúncios eleitorais financiados com moeda estrangeira e questionam como os algoritmos de inteligência artificial da plataforma atuam na classificação e na recomendação de candidatos.

As entidades exigem reparação de danos, transparência sobre moderação de conteúdo, criação de canais de contestação, fim do chamado shadowban (prática em que publicações têm alcance reduzido sem aviso ao usuário) e preservação de registros para auditoria.

Resposta da Meta

Em posicionamento divulgado em (16/10), a Meta afirmou que não toma partido “nessa nem em nenhuma outra eleição” e que “nossos sistemas não classificam nem distribuem conteúdo com base em ideologia política, e nossas regras e sua aplicação valem igualmente para todos”.

A Meta atribuiu cada episódio a causas técnicas. Em (23/09), a conta publicitária da campanha de Lula ficou desativada por pouco mais de uma hora em razão de uma verificação antifraude equivocada, dentro do escopo de um acordo firmado com a Advocacia-Geral da União (AGU). A companhia declarou que o perfil oficial de Lula no Facebook e seu perfil no Instagram permaneceram ativos e acessíveis durante todo o período.

A Meta AI foi proibida temporariamente de recomendar candidatos ou gerar imagens deles no Brasil. A empresa afirmou que “cada um dos incidentes citados pela campanha de Lula tem uma explicação direta e documentada” e que “nenhum deles reflete direcionamento político. Nenhum reflete manipulação da distribuição. Nenhum reflete uma tentativa de influenciar a eleição”.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás