Além disso, A defesa de Milton Leite (União Brasil), ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo preso por suspeita de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de transporte público de São Paulo, negou que seu cliente receba ou tenha recebido qualquer regalia ou tratamento diferenciado dentro da prisão.
Dessa forma, os advogados se manifestaram em nota à imprensa neste sábado (17/10), um dia depois do Ministério Público Federal deflagrar uma operação voltada a investigar possíveis privilégios concedidos a Milton Leite. Com isso, durante a operação, foram encontrados com um carcereiro R$ 155 mil e US$ 10 mil.
A investigação foi motivada por uma denúncia anônima de que políticos e pessoas próximas a Milton Leite o teriam visitado na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes, onde ele está detido, em datas e horários não autorizados. A Polícia Civil apontou nomes Valdemar Costa Neto, presidente do PL, além de deputados e políticos.
Neste sábado (17/10), Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo deu início à oitiva de agentes da cadeia pública onde Leite cumpre prisão temporária.
Defesa de Milton: Oitivas e correição extraordinária
A Corregedoria chamou para prestar depoimento Margarette Barreto, delegada seccional de Mogi das Cruzes, além do delegado titular do 1º Distrito Policial e um carcereiro da unidade. A previsão era de que as oitivas realizadas neste sábado (17/10) se estendessem por três a quatro horas.
Por determinação do corregedor João Beolchi, foi aberta uma correição extraordinária no local. A Corregedoria informou ter detectado, em caráter preliminar, irregularidades em procedimentos internos, mas ressaltou que a apuração integral depende de documentos que estão em poder da Promotoria e que serão repassados ao órgão nos próximos dias.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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