Além disso, O relatório final da Polícia Civil de São Paulo, apresentado neste sábado (07/11), indiciou formalmente Milton Leite e mais 12 pessoas. Eles são acusados de integrar ou promover os interesses da organização criminosa PCC no sistema de transporte coletivo de São Paulo.
Embora o relatório policial completo corra sob segredo de Justiça, os principais nomes identificados pela investigação e que integram a lista de indiciados com pedido de prisão preventiva são:
Políticos e agentes públicos
- Danilo Morgado Silva: Político e candidato a deputado, apontado por envolvimento nas articulações financeiras e eleitorais do grupo.
- Milton Leite: Ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, apontado como articulador e “dono de fato” da concessionária Transwolff.
- Levi dos Santos Oliveira: Ex-presidente da SPTrans (empresa municipal de transportes), acusado de atuar para facilitar a liberação de linhas e garagens e blindar as empresas ligadas à facção.
Empresários do transporte
- Paulo Sirqueira Korek Farias (Paulo Korek): Apontado pelo Ministério Público como proprietário oculto das empresas de ônibus A2 Transportes e Translíder.
- Carla de Paula Muller: Empresária do ramo de transportes, investigada por transações financeiras suspeitas de ligação com o PCC e por servir de canal de ordens de líderes detidos.
- José Daniel Satilite (“Alemão”): Considerado o principal elo financeiro. A quebra de sigilo do seu celular foi a base da investigação. Atualmente encontra-se foragido.
Advogados e operadores
- Sérgio Luiz Gevaerd de Oliveira: Empresário apontado como braço direito de advogados que integravam a chamada “Sintonia dos Gravatas” (núcleo jurídico a serviço do PCC). Encontra-se foragido, com suspeitas de ter fugido para os Estados Unidos.
- “Granada” (e aliados): Citado no inquérito como um dos líderes detidos que exercia comando sobre as decisões e sócios das empresas por meio de intermediários.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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