A Universidade Federal de Goiás manteve a 13ª posição no Ranking Universitário Folha (RUF) 2026, destacando-se nacionalmente com mais da metade de seus cursos de graduação entre os 20 melhores do país. O desempenho reflete a qualidade nas áreas de ensino, pesquisa e mercado de trabalho.
Além disso, A Universidade Federal de Goiás (UFG) é a 13ª melhor universidade do Brasil, segundo o 12º Ranking Universitário Folha (RUF 2026). Dessa forma, É o segundo ano consecutivo que a Instituição obtém essa colocação, depois de saltar seis posições na edição 2025 do ranking em relação a do ano anterior, quando saiu do 19º para o 13º lugar.
Com isso, O RUF também avalia 42 cursos com maior número de ingressantes no País e a UFG oferta 40 deles. Nesse sentido, nesse campo o desempenho também é expressivo, pois 27 dessas graduações, mais da metade, está entre as 20 melhores do país, com sete conquistando posições no top 10 nacional. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a universidade do Brasil continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, A classificação anual feita pelo jornal Folha de São Paulo avalia 205 instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas do Brasil a partir de cinco critérios principais que são o ensino, a pesquisa, mercado de trabalho, inovação e internacionalização. Em seguida, mais da metade das 69 instituições federais de ensino superior (ifes) fazem parte da pesquisa. De acordo com as apurações, mantendo a tradição do ensino de qualidade, há 37 federais entre as 50 universidades melhor posicionadas no RUF 2026. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de universidade do Brasil nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre universidade do Brasil
Por outro lado, na lista das 20 melhores universidades do País estão, por ordem de classificação: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Especialistas destacam que novas atualizações sobre universidade do Brasil devem surgir em breve.
Vale destacar que O secretário de Planejamento, Avaliação e Informações Institucionais (Secplan) da UFG, Paulo Henrique Cirino Araujo, observa que “no Centro-Oeste, só a UnB (9ª) e a UFG aparecem entre as 20 primeiras”. Para o gestor, a permanência da UFG na 13ª posição do Ranking Universitário Folha, consolida a presença da Instituição entre as 15 melhores universidades do País. “O aumento da nota geral reafirma a consistência dessa trajetória e o reconhecimento nacional da instituição”, enfatiza.
Para o pró-reitor adjunto de Graduação da UFG, Monarko Nunes de Azevedo, a classificação representa um reconhecimento nacional sobre a qualidade da Universidade e do trabalho coletivo feito por docentes, técnicos administrativos e estudantes. “Manter essa posição, ainda mais após o avanço registrado na edição anterior, é uma conquista que reforça muito a relevância da nossa universidade pública e para a graduação”, acredita.
Principais pontos e impactos da decisão
Mercado e pesquisa
Ao analisar isoladamente os indicadores que compõem o RUF 2026, a UFG se saiu melhor nas categorias mercado e pesquisa, com a 15ª e 17ª posição nacional, respectivamente. Na sequência vêm ensino (19ª), internacionalização (25ª) e inovação (28ª). Outro destaque é a nota 5 (máxima) no Índice Geral de Cursos (IGC), indicador de qualidade criado pelo Ministério da Educação (MEC).
O indicador mercado tem peso de 18% e considera a opinião de empregadores sobre preferências de contratação (Datafolha). Já o indicador pesquisa é o de maior peso, 42% e é composto por publicações, citações, impacto de citação ponderada por campo (sigla em inglês FWCI), produção por docente, recursos, bolsistas Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), teses e citações em políticas públicas.
O segundo maior peso é do indicador ensino (32%), do qual fazem parte opinião de docentes (Datafolha, 20%), docentes com mestrado/doutorado (4%), docentes em dedicação integral/parcial (4%) e nota dos concluintes (4%). Os critérios internacionalização e inovação possuem peso de 4% cada. O primeiro considera a quantidade de docentes estrangeiros e publicações em coautoria internacional e o segundo, patentes concedidas e estudos em parceria com empresas.
“A Universidade preservou posições de destaque nas cinco dimensões avaliadas, com mercado, pesquisa e ensino entre os vinte primeiros lugares nacionais. Houve aumento da pontuação em quatro dimensões. Destaco, especialmente, o avanço em inovação, da 33ª para a 28ª posição. Esse resultado reforça o reconhecimento da atuação da UFG em uma dimensão que contempla patentes concedidas e produção científica em parceria com empresas, aproximando o conhecimento acadêmico das demandas da sociedade”, comenta Paulo Cirino.
Cursos de graduação
O levantamento também se dedica a analisar 42 cursos de graduação de universidades, centros universitários e faculdades com o maior número de ingressantes do país, conforme o que está relatado no Censo da Educação Superior mais recente. Sete das 40 carreiras da UFG que entraram na avaliação ficaram entre os melhores do Brasil: Biomedicina (6º), Zootecnia (8º), Artes plásticas e visuais (9º), Ciências contábeis (9º), Design (10º), Filosofia (10º) e História (10º).
Vinte estão entre os 20 melhores: Biologia (11º), Economia (13º), Agronomia (14º), Enfermagem (14º), Engenharia mecânica (14º), Geografia (14º), Letras (14º), Medicina veterinária (14º), Pedagogia (14º), Propaganda e marketing (14º), Comunicação (15º), Direito (15º), Educação física (15º), Engenharia ambiental (17º), Medicina (17º), Odontologia (17º), Relações internacionais (17º), Física (18º), Serviço social (18º) e Arquitetura e urbanismo (19º).
Os demais cursos obtiveram o seguinte desempenho no ranking de cursos da RUF 2026: Química (24º), Engenharia civil (26º), Engenharia de produção (26º), Engenharia elétrica (26º), Nutrição (26º), Ciências sociais (29º), Engenharia química (31º), Administração de empresas (32º), Farmácia (32º), Matemática (34º), Computação (35º) e Psicologia (66º).
O feito da UFG foi celebrado por Monarko. “Esses 27 cursos da Universidade representam 67%, ou seja, quase 70% das 40 carreiras avaliadas entre as 20 primeiras. Essa presença de diferentes áreas do conhecimento acaba mostrando a abrangência da qualidade que a gente tem dentro da UFG. E, ao mesmo tempo, nos ajuda a compreender que o resultado de cada curso também exige analisar os seus indicadores específicos para reconhecer tanto as suas fortalezas, potencialidades, o que tem dado muito certo, mas também pontos de melhoria e os próximos avanços”, pontua o pró-reitor adjunto.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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