

A gravidade do confronto aberto entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça transbordou as fronteiras do Supremo Tribunal Federal (STF) e colocou o Palácio do Planalto no circuito da crise.
Antes de um evento público em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se a portas fechadas com o presidente da Corte, Edson Fachin, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Lula cobrou respostas rápidas e transparência total, afirmando que a credibilidade da Justiça está em risco e que a responsabilidade de pacificar a instituição recai sobre Fachin e Gonet, alertando contra “vazamentos seletivos por interesses políticos ou econômicos” e defendendo que ninguém pode usar cargo público em proveito próprio.










