Sobre o tema envolvendo na Operação, além disso, O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu nesta quinta-feira (05/11) dois requerimentos apresentados pela defesa de Fabiano Zettel: a liberdade do empresário e a substituição da prisão por regime domiciliar. Dessa forma, com a decisão, Zettel permanece detido na Penitenciária 2 de Potim (SP), integrante do complexo penal local.
Com isso, preso desde março deste ano, Zettel figura como investigado na Operação Compliance Zero, inquérito voltado a apurar supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Cunhado de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro igualmente detido, o empresário é acusado de ter exercido a função de operador financeiro a serviço de Vorcaro.
Na Operação: Fundamento da decisão
Fachin entendeu que manter Zettel detido é necessário para preservar o andamento das investigações. Em sua decisão, o ministro afirmou que “a prisão preventiva autorizada nos autos segue adequada e indispensável à aplicação da lei penal, à manutenção da ordem pública e à conveniência da instrução criminal, devendo ser mantida”.
A prisão preventiva é uma medida cautelar, ou seja, não é uma condenação. Ela pode ser decretada quando há risco de que o investigado interfira nas apurações, fuja ou represente ameaça à ordem pública.
A investigação
A Operação Compliance Zero investiga supostas fraudes no Banco Master. Zettel é apontado como peça central no esquema: a acusação sustenta que ele operava financeiramente em nome de Vorcaro. A defesa do empresário apresentou o pedido de prisão domiciliar também nesta quinta-feira (05/11), mas Fachin o rejeitou na mesma data.
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