Home / Ultimas Noticias / Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul

Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul

Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul
Heather Diehl/Getty Images
feed-image-1788891698 Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira (8/9) que Washington pretende visitar a Venezuela em uma próxima oportunidade e defendeu a participação de empresas norte-americanas na exploração de petróleo do país.

Segundo o secretário, a Venezuela não foi incluída no roteiro atual por uma questão de tempo, mas a visita deverá ocorrer futuramente. Rubio afirmou que a agenda desta semana estava concentrada em três países e que não seria possível acrescentar outro destino.

“Chegaremos lá eventualmente”, disse o secretário, ao ser questionado sobre a ausência da Venezuela no roteiro.

As declarações ocorreram durante uma coletiva sobre a viagem de Rubio pela América do Sul e ocorrem em meio à aproximação entre o governo do presidente Donald Trump e de Delcy Rodríguez, que assumiu o comando da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro durante uma operação militar dos Estados Unidos, em janeiro.

feed-image-1788891698-1 Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul3 imagensfeed-image-1788891699 Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sulfeed-image-1788891699-1 Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul1 de 3

Rubio diz que EUA já estão enviando equipes de ajuda à Venezuela

Kevin Dietsch/Getty Images Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul2 de 3

Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez

Gabinete presidencial da Venezuela Rubio explica por que Venezuela ficou fora de viagem pela América do Sul3 de 3

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio

Molly Riley/The White House via Getty Images

Petróleo

Ao ser questionado sobre a percepção de que os Estados Unidos estariam interessados em extrair recursos venezuelanos ou até enviar tropas para garantir acesso ao petróleo, Rubio defendeu a ampliação da atuação de empresas norte-americanas no setor energético do país.

Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles

Leia também

  • Mundo

    Venezuela assina contratos de petróleo com os EUA; acordo tem incertezas

  • Mundo

    Secretário de Energia dos EUA vai à Venezuela discutir acordo petrolífero

  • Mundo

    Trump diz que Venezuela ainda não está pronta para realizar eleições

  • Mundo

    Magnata que explorará petróleo na Venezuela é citado nos arquivos Epstein

O secretário argumentou que campos de petróleo que estavam ligados a empresas e interesses da China, da Rússia e do Irã deixaram de ser explorados de forma produtiva. Na avaliação dele, uma parceria com os Estados Unidos poderia aumentar a produção e gerar receitas para a Venezuela.

Rubio afirmou que os campos poderão voltar a ser produtivos e gerar “royalties e receitas” para o povo venezuelano.

“Esses campos se tornarão produtivos e gerarão royalties e receitas para o povo venezuelano – eventualmente por meio de um governo democraticamente eleito, espero que em breve – e beneficiarão diretamente o povo da Venezuela”, afirmou.

A defesa ocorre poucos dias após Estados Unidos e Venezuela anunciarem um acordo envolvendo 17 campos petrolíferos venezuelanos, com reservas estimadas em 65 bilhões de barris.

Viagem pela América do Sul

A Venezuela ficou fora do atual roteiro de Rubio, que nesta semana visita três países considerados estratégicos para os Estados Unidos na América do Sul: Colômbia, Peru e Equador.

Na coletiva, o secretário afirmou que os três países têm forte alinhamento com Washington e interesses comuns em áreas como combate ao terrorismo transnacional, segurança e economia. Ele também disse esperar avanços em acordos comerciais com os governos visitados.

Segundo Rubio, a viagem faz parte de uma estratégia mais ampla dos Estados Unidos para reforçar a presença no Hemisfério Ocidental. “Uma de nossas prioridades é fortalecer nossa presença no Hemisfério Ocidental”, afirmou.