Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Pedágios nas BRs 060 e 452 ficam mais caros em Goiás; veja os novos valores

Pedágios nas BRs 060 e 452 ficam mais caros em Goiás; veja os novos valores

As tarifas de pedágio nas rodovias BR-060 e BR-452, em Goiás, foram reajustadas nesta quinta-feira (29) pela concessionária Rota Verde Goiás. Para carros de passeio, o aumento foi de R$ 0,10 em cada um dos sete pórticos de cobrança, elevando o custo total do trajeto entre Goiânia e Itumbiara para R$ 60,20.

Sobre o tema envolvendo Pedágios nas BRs, além disso, quem trafega pelas rodovias BR-060 e BR-452, em Goiás, deve ficar atento aos novos valores do pedágio. Dessa forma, as tarifas cobradas pela concessionária Rota Verde Goiás ficaram mais caras a partir da zero hora desta quinta-feira (29). Com isso, O reajuste, autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), altera os preços nos sete pórticos de cobrança eletrônica.

Nesse sentido, para automóveis, caminhonetes e furgões de dois eixos com rodagem simples, enquadrados na categoria 1, o aumento foi de R$ 0,10 em cada ponto. Portanto, com a atualização, o custo para passar pelos sete pórticos no trajeto entre Goiânia e Itumbiara subiu de R$ 59,50 para R$ 60,20 por sentido, uma diferença de R$ 0,70. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Pedágios nas BRs continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, A mudança foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), após a ANTT aprovar a primeira Revisão Ordinária e o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio da concessão.

Pedágios nas BRs: Veja os novos valores dos pedágios em Goiás

Os valores para veículos da categoria 1 variam de R$ 4,00 a R$ 12,10, conforme o pórtico de cobrança. Confira os preços atualizados:

  • P1 – Abadia de Goiás/Goiânia: R$ 4,00
  • P2 – Indiara/Cezarina: R$ 10,00
  • P3 – Acreúna/Jandaia: R$ 8,20
  • P4 – Acreúna/Santo Antônio da Barra: R$ 12,10
  • P5 – Rio Verde/Santa Helena de Goiás: R$ 8,00
  • P6 – Goiatuba/Bom Jesus de Goiás: R$ 8,40
  • P7 – Bom Jesus de Goiás/Itumbiara: R$ 9,50

O P4, localizado no trecho entre Acreúna e Santo Antônio da Barra, tem a tarifa mais alta para carros de passeio, de R$ 12,10. Já o P1, entre Abadia de Goiás e Goiânia, passa a cobrar R$ 4,00.

Por que o pedágio ficou mais caro?

Segundo as informações divulgadas, o reajuste considera a variação de 1,16% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre maio de 2026, quando começou a cobrança, e outubro deste ano.

Como as tarifas são arredondadas para múltiplos de R$ 0,10, o reajuste efetivo para automóveis varia entre 0,8% e 2,6%, embora o aumento nominal seja de dez centavos em cada pórtico.

A decisão da ANTT também estabeleceu em zero os fatores contratuais adicionais considerados na revisão. Assim, a atualização decorre da aplicação do reajuste tarifário previsto no contrato de concessão.

Veículos pesados pagam tarifas maiores

Os veículos pesados continuam sujeitos a tarifas superiores, calculadas a partir de multiplicadores aplicados à tarifa básica, conforme a categoria e o número de eixos.

Um caminhão de seis eixos, por exemplo, pode pagar de R$ 24,00 no P1 a R$ 72,60 no P4. Para veículos da categoria 10, com nove eixos, a tarifa no P4 chega a R$ 96,80.

Conforme as informações da concessão, motocicletas, ambulâncias, veículos oficiais e do Corpo Diplomático são isentos da cobrança.

Onde ficam os pedágios da Rota Verde Goiás?

A Rota Verde Goiás administra 426,2 quilômetros de rodovias federais que conectam Goiânia, Rio Verde e Itumbiara, formando um corredor importante para o transporte de cargas e o agronegócio goiano.

Na BR-060, os pórticos P1 a P4 ficam no trecho entre Goiânia e Rio Verde, com passagens por municípios como Abadia de Goiás, Indiara, Cezarina, Jandaia, Acreúna e Santo Antônio da Barra.

Já na BR-452, os pórticos P5 a P7 estão no trecho entre Rio Verde e Itumbiara, até o entroncamento com a BR-153. O percurso passa por Santa Helena de Goiás, Goiatuba e Bom Jesus de Goiás.

A concessão foi arrematada em dezembro de 2024 pelo Consórcio Rota Verde, formado por Aviva e Tecpav. O contrato tem duração de 30 anos e prevê R$ 6,8 bilhões em investimentos e custos operacionais, dos quais R$ 4 bilhões são destinados a obras.

Entre as intervenções previstas estão duplicações, faixas adicionais, vias marginais, passarelas, passagens de fauna e a implantação de um ponto de parada e descanso para caminhoneiros.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás