Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Cidades

Operação Destroyer já bloqueou quase R$ 500 milhões de facções criminosas em Goiás

Operação Destroyer já bloqueou quase R$ 500 milhões de facções criminosas em Goiás

A 18ª fase da Operação Destroyer, realizada pela Polícia Civil em Goiás, cumpriu mandados de prisão e apreensões contra uma rede de tráfico de drogas. Desde o início da operação, foram bloqueados cerca de R$ 470 milhões de facções criminosas no estado.

Além disso, A Operação Destroyer chegou nesta quinta-feira (8) à sua 18ª fase. Dessa forma, desde o início dela foram cumpridas 860 medidas judiciais e mais de R$ 470 milhões foram bloqueados na ação que é tida como estratégia permanente de enfrentamento às facções criminosas e atua em diferentes regiões do estado.

Com isso, A nova fase, denominada Domini Veteres, teve como alvo uma rede de fornecimento e distribuição de drogas entre Goiânia e a cidade de Goiás. Nesse sentido, executada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO), a ação mobilizou 50 policiais e resultou no cumprimento de dez mandados de prisão preventiva e na prisão de outra pessoa em flagrante, além da apreensão de drogas, armas de fogo e munições.

Portanto, O bloqueio de recursos é um dos pilares da estratégia estadual. Em seguida, ao alcançar o patrimônio e os valores vinculados aos grupos investigados, a Destroyer busca reduzir a capacidade de financiar o tráfico, manter estruturas de apoio e expandir a atuação das facções. De acordo com as apurações, as medidas financeiras se somam às prisões e apreensões para dificultar a continuidade das atividades criminosas.

Contexto e detalhes sobre Operação Destroyer

Histórico

Por outro lado, iniciada em 2023, a Operação Destroyer é uma estratégia do Governo de Goiás para enfrentar organizações criminosas por meio de investigações de longo prazo. A atuação permanente permite identificar conexões entre os grupos e aprofundar as apurações a cada nova fase.

O trabalho amplia a identificação de lideranças, fornecedores, distribuidores e operadores financeiros, levando as ações para além dos responsáveis pela venda de drogas. O delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga, destaca essa característica. “São operações que não são estanques. Elas estão interligadas umas às outras, com o objetivo de promover o desmantelamento dessas facções criminosas”, explica.

A integração entre delegacias especializadas, grupos de repressão ao narcotráfico e unidades regionais permite ao Governo de Goiás manter a ofensiva em diferentes partes do território goiano. Ao longo das fases, las investigações também ultrapassaram as divisas estaduais, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal e de polícias civis de outros estados.

A fase deflagrada nesta quinta-feira mostra como o trabalho de inteligência permite identificar conexões entre o abastecimento e a comercialização de drogas em diferentes municípios. A investigação começou após uma prisão realizada em 2026. A análise de dados de um celular apreendido, autorizada pela Justiça, apontou uma rede de distribuição de entorpecentes na cidade de Goiás e os responsáveis pelo fornecimento a partir de Goiânia.

Segundo a investigação, três suspeitos, dois deles irmãos, eram responsáveis pelo envio das drogas da capital para o município. Outros sete investigados atuavam na distribuição e revenda dos entorpecentes. Com base nas informações reunidas, foram expedidas 19 ordens judiciais: dez mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão. Todos os mandados de prisão foram cumpridos. Durante as buscas, outra pessoa foi presa em flagrante com drogas, elevando para 11 o total de detidos.

Conduzida pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) da 4ª Delegacia Regional de Polícia, a ação dá continuidade à estratégia do Governo de Goiás de enfrentar o crime organizado tanto nas redes locais de distribuição quanto nas estruturas que sustentam seu funcionamento.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás