Sobre o tema envolvendo Netanyahu fica, além disso, O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, perdeu a maioria parlamentar no Knesset (parlamento israelense). Dessa forma, A apuração das eleições, encerrada na madrugada desta sexta-feira (30/10), mostrou que o bloco governista conquistou 53 cadeiras, bem abaixo das 61 necessárias para governar a casa de 120 assentos.
Com isso, as legendas ligadas a líderes árabes conquistaram 19 cadeiras, número considerado histórico. Nesse sentido, O bloco oposicionista, encabeçado pelo ex-chefe militar Gadi Eisenkot, somou 48 assentos, deixando Israel diante de um impasse político. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Netanyahu fica continuam sendo acompanhados com atenção.
Netanyahu fica: Próximos passos institucionais
Portanto, os resultados ainda precisam ser certificados antes de serem apresentados ao presidente Isaac Herzog, etapa prevista para esta quarta-feira (04/11). Após receber os dados, Herzog deverá incumbir um parlamentar de tentar formar o governo.
Caso as negociações fracassem, Israel poderá convocar um novo pleito no início de 2027. O presidente declarou que empregará todos os recursos disponíveis para impedir que isso ocorra. A posse do novo Knesset está prevista para o dia 10 de novembro.
O parlamentar centrista Yair Lapid publicou no X que “agora vem a parte realmente difícil” e acrescentou: “Se você quer saber se algo está acontecendo por trás do silêncio que você está ouvindo agora, a resposta é sim”.
Acusações sem provas e investigação
Ainda antes de os resultados serem tornados públicos, Netanyahu e o Likud lançaram, sem qualquer evidência, a acusação de que partidos árabes teriam “roubado” a eleição, eventualmente com apoio do Qatar. O governo israelense rejeitou as alegações, qualificando-as de “ridículas e perigosas”.
Noam Sohlberg, presidente do comitê eleitoral e ministro da Suprema Corte, afirmou que chegaram ao seu conhecimento “suspeitas sérias” de interferência estrangeira. Ele disse não poder verificar as alegações por conta própria e pediu investigação ao Shin Bet (agência de segurança interna).
O comitê eleitoral fixou o prazo de uma semana para receber as conclusões da investigação, ao mesmo tempo em que declarou serem “infundadas” as “alegações de violações sistemáticas da integridade eleitoral”. Já o Shin Bet esclareceu que a apuração não visava lançar suspeitas sobre os cidadãos que “exerceu seu direito de voto de maneira democrática e legal”.
O que está em jogo para Netanyahu
Uma eventual saída de Netanyahu do poder poderia reabrir processos por acusações de corrupção pendentes há anos, além de permitir a abertura de uma apuração sobre as falhas de segurança anteriores ao ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. Ambas as possibilidades permanecem em aberto, sem desfecho definido.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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