Sobre o tema envolvendo tomou decisão, além disso, flávio Bolsonaro (PL-RJ) revelou nesta sexta-feira (30/10) os motivos que o fizeram deixar o Brasil, no dia (27/10). Dessa forma, em uma live de aproximadamente 20 minutos no Instagram, o senador afirmou que a decisão de sair do país foi motivada por dois acontecimentos na segunda-feira anterior: uma visita a Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente em prisão domiciliar, e uma notificação da Polícia Federal informando que seus passaportes haviam sido cancelados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo Flávio, ao contar ao pai sobre a intimação, Jair teria respondido: “Já sabe onde eles querem chegar com isso, né?”. Com isso, O senador disse ter interpretado o episódio como o início de uma perseguição: “Pai, começou a perseguição”, afirmou ter dito ao ex-presidente. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a tomou decisão continuam sendo acompanhados com atenção.
Nesse sentido, O senador disse que a decisão de partir foi tomada em conjunto com a esposa, Fernanda Bolsonaro. Dirigindo-se aos seus apoiadores, expressou gratidão pelos aproximadamente 60 milhões de votos obtidos e declarou que, em sua visão, o Brasil atravessa um regime de exceção.
Contexto e detalhes sobre tomou decisão
“Isso me dá muita força, muita consciência ter ainda mais coragem para enfrentar o que tiver que enfrentar, se preciso for, para resgatar, para salvar o nosso país, para disputar mais uma eleição para presidente da República. Eu não estou falando de 2030, não, eu estou falando de antes disso”, declarou.
Na segunda-feira (26/10), Flávio havia comunicado que ingressaria com uma ação eleitoral contra Lula (PT), alegando abuso de poder político e econômico. O senador sustenta que o presidente eleito se valeu da estrutura governamental para garantir a vitória, apontando o reajuste do Bolsa Família às vésperas do pleito como evidência. “Foram vários gols de mão que o meu adversário fez e que não foram anulados pelo VAR”, afirmou, recorrendo a uma metáfora futebolística para se referir ao árbitro de vídeo. “Jogou completamente fora da legislação eleitoral”, completou.
Flávio também disse não concordar com a proclamação do resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e classificou o placar como “matematicamente impossível”. Seus advogados, segundo ele próprio relatou, aconselharam descartar a hipótese de fraude.
Caso a Justiça Eleitoral venha a cassar a chapa eleita por abuso de poder, a lei prevê a realização de nova eleição direta para a Presidência, hipótese que Flávio não descartou ao falar em disputar o cargo “antes de 2030”.
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