Segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Cidades

“Não vou aceitar que os mais pobres paguem a mesma taxa do lixo que os ricos”, diz Mabel

“Não vou aceitar que os mais pobres paguem a mesma taxa do lixo que os ricos”, diz Mabel

Durante prestação de contas na Câmara Municipal de Goiânia, o prefeito Sandro Mabel defendeu a justiça social na cobrança da taxa do lixo, rejeitando valores iguais para pobres e ricos. Na mesma sessão, o chefe do Executivo municipal apresentou os resultados fiscais, destacando investimentos de R$ 663,3 milhões até agosto de 2026.

Sobre o tema envolvendo vou aceitar, além disso, O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), afirmou nesta segunda-feira (26) que não considera justo cobrar a mesma Taxa de Limpeza Pública (TLP), conhecida como taxa do lixo, de famílias de baixa renda e de contribuintes com maior poder aquisitivo. Dessa forma, durante a prestação de contas do segundo quadrimestre de 2026, na Câmara Municipal, o prefeito respondeu a questionamentos da vereadora Aava Santiago (PSB) sobre a constitucionalidade da cobrança e defendeu um modelo que considere a capacidade de pagamento da população.

“Não vou aceitar que os mais pobres paguem a mesma taxa do lixo que os ricos”, afirmou Mabel ao defender a manutenção de mecanismos de redução do impacto da cobrança sobre as famílias mais vulneráveis.

Com isso, segundo o prefeito, a discussão judicial envolve os critérios utilizados para definir os valores da taxa, incluindo limites mínimos e máximos e a concessão de subsídios. Nesse sentido, ele afirmou que a administração municipal trabalha com a Procuradoria para encontrar uma alternativa juridicamente segura, sem retirar a proteção concedida às famílias de baixa renda. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a vou aceitar continuam sendo acompanhados com atenção.

“A taxa do lixo foi criada antes da minha gestão, ela vem do Governo Federal, mas, quando assumi, trabalhamos para reduzir o peso dessa cobrança, com subsídios e isenção para mais de 201 mil casas de baixa renda”, declarou. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de vou aceitar nos últimos dias.

Portanto, mabel ressaltou que a coleta de resíduos tem custos que precisam ser cobertos pelo município, mas defendeu uma divisão mais equilibrada dessa despesa entre os contribuintes. Especialistas destacam que novas atualizações sobre vou aceitar devem surgir em breve.

“Não considero justo que uma família de baixa renda tenha que arcar com um valor desproporcional à sua realidade. Em seguida, isso é um absurdo!”, disse.

De acordo com as apurações, O prefeito também sinalizou que pretende dialogar com os vereadores para construir uma solução legal e transparente para a cobrança. “A coleta de lixo tem um custo, e precisamos garantir que o serviço funcione. Por outro lado, mas também precisamos discutir como essa conta é dividida”, afirmou.

Vou aceitar: Prefeitura investiu R$ 663,3 milhões até agosto

Vale destacar que além da discussão sobre a taxa do lixo, Mabel apresentou os resultados fiscais e os investimentos realizados pela Prefeitura de Goiânia nos primeiros oito meses de 2026.

Entre janeiro e agosto, o município investiu R$ 663,3 milhões, mais de quatro vezes o montante aplicado no mesmo período de 2025. O valor também supera em 32,37% os R$ 501,1 milhões investidos durante todo o ano passado.

De acordo com o prefeito, a previsão é alcançar R$ 1 bilhão em investimentos até o fim de 2026, o equivalente a aproximadamente 14% da Receita Corrente Líquida municipal.

O balanço fiscal também registrou resultado primário positivo de R$ 137,9 milhões, acima da meta de R$ 132,7 milhões estabelecida para o ano. A Receita Corrente Líquida chegou a R$ 9,37 bilhões no acumulado de 12 meses, com crescimento de 8,59% em relação ao segundo quadrimestre de 2025.

Saúde terá previsão de R$ 500 milhões em investimentos

Na área da Saúde, Goiânia aplicou 18,57% da receita de impostos e transferências, acima do mínimo constitucional de 15%.

Durante a apresentação, Mabel anunciou a previsão de investir R$ 500 milhões no setor nos próximos dois anos. Entre os projetos mencionados estão a construção de 32 novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e oito Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

A gestão também recebeu manifestações de apoio de vereadores durante a sessão. Thialu Guiotti destacou a abertura de mais de 10 mil vagas na educação e a entrega de uma unidade de saúde no Vale dos Sonhos, além da expectativa de retomada da UPA do Jardim Guanabara.

O vereador Denício Trindade elogiou o volume de investimentos previsto e as iniciativas de reorganização fiscal, infraestrutura e recuperação da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg).

Já Anselmo Pereira ressaltou a abertura de vagas nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), as melhorias nas unidades de saúde e as ações de infraestrutura urbana. Entre os pontos citados, ele mencionou a recuperação de 500 quilômetros de asfalto, além de intervenções no trânsito, na iluminação pública e na limpeza da cidade.

Educação ainda está abaixo do mínimo constitucional

Na Educação, a Prefeitura informou ter aplicado 21,88% da receita de impostos e transferências no período. O percentual está abaixo do mínimo constitucional de 25%, cujo cumprimento é apurado ao longo do exercício financeiro.

O município tem até o encerramento de 2026 para atingir o percentual exigido pela Constituição. Em 2025, Goiânia também estava abaixo do mínimo no segundo quadrimestre, quando registrou aplicação de 20,06%, mas encerrou o ano com 25,83%.

A prestação de contas reuniu dados sobre arrecadação, despesas e investimentos municipais, além de discussões sobre serviços públicos e medidas para equilibrar as contas da capital.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás