Sábado, 10 de outubro de 2026
Cidades

Mãe de deputada do PL crítica de programas sociais recebe benefício do governo desde 2019

Mãe de deputada do PL crítica de programas sociais recebe benefício do governo desde 2019

Débora Campopiano, mãe da deputada eleita Eduarda Campopiano (PL), recebe o BPC desde 2019, conforme dados do Portal da Transparência. A parlamentar, conhecida por críticas a programas sociais, não se manifestou sobre o caso.

Sobre o tema envolvendo programas sociais, além disso, débora Campopiano, mãe da deputada estadual eleita por São Paulo Eduarda Campopiano (PL), recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) desde janeiro de 2019, segundo informações do Portal da Transparência divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo. Dessa forma, A parlamentar eleita, que ganhou notoriedade política mantendo um posicionamento crítico em relação a programas de assistência social, não respondeu aos questionamentos enviados pelo jornal até a publicação da matéria.

Com isso, de acordo com o levantamento da Folha, o BPC é um benefício assistencial pago a pessoas de baixa renda com 65 anos ou mais ou a pessoas com deficiência de qualquer faixa etária. Débora tem 59 anos e, conforme destacou a reportagem original, não foi possível esclarecer se ela possui alguma deficiência que justifique legalmente a concessão do pagamento.

A legislação do benefício exige ainda que a família esteja inscrita no Cadastro Único e que a renda mensal por pessoa do grupo familiar seja, como regra geral, de até um quarto do salário mínimo.

Programas sociais: Salário de vereadora e indefinição sobre residência

A reportagem do jornal paulista detalhou que Eduarda recebe R$ 15.193,35 mensais pelo cargo de vereadora em Praia Grande, no litoral de São Paulo, mandato que exerce desde 2025. Esse salário entraria no cômputo da renda familiar para o BPC da mãe caso as duas morassem sob o mesmo teto e Eduarda fizesse parte do grupo familiar legalmente considerado para o benefício, que contempla filhos solteiros que residam no domicílio.

Contudo, a apuração da Folha enfatizou que não foi possível confirmar se mãe e filha vivem juntas, nem qual foi a composição familiar declarada formalmente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O jornal também apurou que Débora atua como artesã, produz bonecas, mantém um ateliê e oferece cursos. A reportagem buscou averiguar se os rendimentos obtidos com essas atividades comerciais foram declarados ao INSS, mas não obteve retorno.

A assessoria de Eduarda Campopiano foi procurada pelo veículo para prestar esclarecimentos sobre a composição do núcleo familiar e as condições que embasam o recebimento do benefício assistencial, mas não respondeu.

Trajetória e votação histórica na eleição

Autodeclarada a “maior inimiga das feministas”, Eduarda Campopiano consagrou-se como a candidata a deputada estadual mais votada para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) na eleição deste ano, alcançando a marca de 1.956.238 votos para assumir o mandato em 2027. A parlamentar projetou sua atuação política nas redes sociais ao lado do deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL), sustentando bandeiras de oposição ao feminismo, às cotas raciais e ao aborto.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás