Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
Briga

Júri absolve acusado de ataque a ônibus com torcedores do Goiás em Goiânia

Júri absolve acusado de ataque a ônibus com torcedores do Goiás em Goiânia

Além disso, mais de três anos depois do ataque na GO-070, o caso chegou ao Tribunal do Júri de Goiânia e terminou com decisões diferentes para os dois acusados de tentativa de homicídio contra o motorista de um ônibus que transportava torcedores do Goiás.

Dessa forma, na segunda-feira (26), os jurados absolveram Anderson Carlos Coimbra da Silva de todas as acusações por entenderem que a autoria dos crimes não foi comprovada. Com isso, em relação a Gabryel Ravella Ferreira de Queiroz, reconheceram sua participação no fato, mas afastaram a tentativa de homicídio, desclassificando a conduta para um crime que não é doloso contra a vida.

Nesse sentido, essa decisão não significa que Gabryel tenha sido absolvido ou condenado por outro delito. Portanto, A análise de eventual responsabilização caberá ao juiz presidente do 4º Tribunal do Júri, Antônio Fernandes de Oliveira, que determinou que os processos retornem para novas deliberações após o trânsito em julgado da decisão do júri.

Torcedores do Goiás: Ataque ao ônibus

O ataque ocorreu na noite de 11 de junho de 2023, depois da partida entre Goiás e Fluminense. Segundo a denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO), um ônibus da Viação Reunidas, que transportava passageiros e torcedores da Força Jovem Goiás, foi alvo de uma emboscada nas proximidades do Setor Jardim Primavera. O grupo teria usado revólveres, paus e pedras, e o motorista precisou se abaixar para escapar dos disparos que atingiram a lateral do veículo, causando danos estimados em R$ 3,2 mil.

No julgamento, o Ministério Público pediu a condenação dos dois réus por tentativa de homicídio qualificado contra o motorista, dano qualificado e corrupção de menor. Para sustentar a acusação contra Anderson, apresentou depoimentos e publicações atribuídas a ele nas redes sociais, enquanto a defesa sustentou sua inocência, tese acolhida pelos jurados.

Quanto a Gabryel, os jurados reconheceram sua participação no episódio, mas entenderam que a conduta não configurava crime doloso contra a vida, prejudicando os quesitos sobre dano qualificado e corrupção de menor. A investigação relacionou o ataque a integrantes de um grupo ligado à torcida Esquadrão Vilanovense, do Vila Nova. As defesas negaram a participação dos acusados no julgamento que terminou na madrugada de terça-feira (27).

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Taxa do Lixo: vereadores alertam para risco de cobrança integral a famílias de baixa renda

Redação Foco Goiás