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Gracinha Caiado diz que defenderá valores da direita no Senado e cobra investigação no caso Banco Master

Gracinha Caiado diz que defenderá valores da direita no Senado e cobra investigação no caso Banco Master
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Além disso, candidata ao Senado Federal pelo União Brasil, Gracinha Caiado afirmou nesta terça-feira (15) que pretende defender no Parlamento os valores da direita,…

Entenda os desdobramentos de Gracinha Caiado

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Gracinha Caiado afirmou que pretende defender os valores da direita no Senado e cobrou investigação de todos os envolvidos no caso Banco Master. Foto: Divulgação.

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Com isso, candidata ao Senado Federal pelo União Brasil, Gracinha Caiado afirmou nesta terça-feira (15) que pretende defender no Parlamento os valores da direita, com ênfase na valorização do trabalho, de quem produz e da família. Nesse sentido, em entrevista ao programa Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes Goiânia, ela também defendeu que todos os envolvidos no caso Banco Master sejam investigados, independentemente de cargo ou posicionamento político.

Portanto, ao apresentar sua visão política, Gracinha afirmou que não pretende abrir mão de suas convicções ideológicas, mas disse que a defesa de pautas sociais não deve ser tratada como uma bandeira exclusiva da esquerda. Em seguida, segundo ela, a experiência de Goiás nos últimos anos demonstra que políticas voltadas à população vulnerável podem caminhar junto com o desenvolvimento econômico. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Gracinha Caiado continuam sendo acompanhados com atenção.

“O meu posicionamento de direita é defender quem trabalha e quem produz, defender a família. De acordo com as apurações, esse é o meu posicionamento e jamais vou mudar”, declarou. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Gracinha Caiado nos últimos dias.

Por outro lado, na sequência, a candidata afirmou que o discurso de direita não deve estar dissociado das questões sociais. Para Gracinha, o papel do poder público deve ser criar condições para que pessoas em situação de vulnerabilidade consigam melhorar de vida, em vez de depender exclusivamente de benefícios.

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“Também acredito que o desenvolvimento econômico não pode se afastar da sensibilidade social. Sendo assim, essa história de que o social é feito pela esquerda não é verdade. Além disso, goiás mostrou isso, porque o que as pessoas querem não é favor. Dessa forma, elas querem oportunidade de sair da situação de vulnerabilidade em que vivem”, afirmou.

Gracinha cita avanços em Goiás

Com isso, durante a entrevista, Gracinha destacou áreas como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura ao falar sobre a gestão estadual iniciada em 2019. Nesse sentido, ela relembrou as dificuldades encontradas no começo do governo de Ronaldo Caiado e utilizou os problemas da época para defender a combinação entre responsabilidade administrativa e políticas sociais.

Segundo a candidata, a situação encontrada no estado incluía dificuldades de acesso a tratamentos de saúde, falta de medicamentos em unidades hospitalares e problemas estruturais na educação.

“Nada é maior do que a verdade. Antes, em Goiás, as pessoas tinham que viajar do Sul do estado para fazer uma hemodiálise na capital. Havia hospitais sem medicamentos e atendimento e escolas com crianças sentadas debaixo de árvores ou em latas de tinta porque não existiam sequer salas de aula”, relembrou.

Para Gracinha, as mudanças realizadas nos últimos anos demonstram que uma administração identificada com a direita pode manter políticas de proteção social sem abandonar a busca pelo crescimento econômico.

Candidata cobra investigação no Banco Master

O caso Banco Master também esteve entre os principais assuntos abordados na entrevista. Gracinha defendeu que todas as pessoas citadas nas investigações sejam submetidas aos mesmos critérios, independentemente de ocuparem cargos públicos ou de suas posições políticas.

A candidata afirmou que a crise institucional enfrentada pelo país “piora a cada dia” e cobrou transparência na apuração dos fatos. Na avaliação dela, o princípio de que ninguém está acima da lei deve valer também para autoridades dos Poderes da República.

“Se o Supremo não concordar que seja investigado, o Judiciário brasileiro vai descer a ladeira da desonra. Se você não teme, por que o medo de ser investigado?”, questionou.

Gracinha também afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deve explicações à sociedade brasileira e defendeu que eventuais investigações alcancem todos os envolvidos, sem distinção.

“Eu quero um Brasil onde todos entendam que não existe ninguém acima da lei. Quando você se propõe a ser senador, ministro, deputado ou governador, você se propõe a cuidar das pessoas”, declarou.

A declaração ocorre em meio à sessão extraordinária do STF prevista para esta terça-feira (15), que colocou o caso envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro no centro do debate político nacional.

Gracinha se posiciona contra o aborto

Outro tema abordado durante a entrevista foi o aborto. Gracinha declarou ser contrária à prática, mas defendeu que os casos já previstos na legislação brasileira sejam devidamente regulamentados.

A candidata criticou o que considera uma demora do poder público em estabelecer regras para questões que já estão previstas em lei. Segundo ela, o problema não se restringe ao aborto e também aparece em outras áreas, como a reforma tributária e a renegociação de dívidas.

“Eles criam a lei e não regulamentam. Esse é o grande problema que nós vivemos. Isso acontece não apenas na questão do aborto, mas também na reforma tributária e na renegociação das dívidas. Está tudo parado”, afirmou.

Para Gracinha, o tema do aborto exige tratamento cuidadoso e regulamentação adequada dos procedimentos previstos na legislação.

“É um tema extremamente delicado, que precisa ser regulamentado, como tantos outros fatos no Brasil”, acrescentou.

Disputa pelo Senado em 2026

As declarações fazem parte da estratégia de Gracinha para consolidar seu posicionamento na disputa por uma vaga no Senado em 2026. Ao longo da entrevista, a candidata combinou a defesa de pautas tradicionalmente associadas à direita, como família e valorização de quem trabalha e produz, com a defesa de políticas sociais voltadas à população vulnerável.

O discurso também foi marcado por críticas à condução de questões institucionais no país e pela defesa de que autoridades públicas sejam submetidas aos mesmos critérios de investigação e responsabilização aplicados aos demais cidadãos.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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