A Secult Goiás lançou dois editais totalizando R$ 30 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual para apoiar a produção de longas e séries e a comercialização de filmes. As inscrições começam em outubro de 2026 e contam com cotas de representatividade para mulheres, pessoas trans, negros, indígenas e pessoas com deficiência.
Além disso, A Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult Goiás) lançou, nesta quarta-feira (30), dois editais voltados ao setor audiovisual, com um total de R$ 30 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Dessa forma, os investimentos contemplam projetos de produção de longas-metragens e obras seriadas, além da comercialização de filmes para salas de cinema.
Com isso, as inscrições começam em 8 de outubro de 2026 e serão realizadas pelo Sistema BARU 2.0, mediante acesso com usuário e senha do Portal Expresso Goiás. Nesse sentido, do total disponibilizado, R$ 29 milhões serão destinados à produção de longas-metragens e obras seriadas, enquanto R$ 1 milhão será aplicado na comercialização de longas-metragens para exibição em cinemas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a 30 milhões continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, os editais fazem parte do programa Arranjos Regionais FSA, desenvolvido em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Em seguida, os editais completos, anexos, critérios de seleção, cronogramas e demais orientações estão disponíveis no site da Secult Goiás. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de 30 milhões nos últimos dias.
30 milhões: Produção terá R$ 29 milhões
De acordo com as apurações, O edital Produção de Longas-Metragens para Sala de Cinema e Obras Seriadas para TV/VOD – Estado de Goiás 2026 receberá inscrições entre 8 de outubro e 30 de novembro de 2026, às 18h. Especialistas destacam que novas atualizações sobre 30 milhões devem surgir em breve.
Podem participar produtoras brasileiras independentes sediadas em Goiás há pelo menos quatro anos e registradas na Ancine. As propostas podem contemplar filmes de ficção, animação e documentário, além de obras seriadas de ficção e animação.
Ao todo, estão previstos 18 projetos, distribuídos em quatro categorias:
- 3 longas-metragens de ficção ou animação, com R$ 4 milhões para cada projeto;
- 5 longas-metragens de ficção ou animação, com R$ 2 milhões para cada;
- 8 documentários de longa-metragem, com R$ 600 mil para cada projeto;
- 2 obras seriadas de ficção ou animação, com R$ 1,1 milhão para cada.
Os valores totalizam R$ 29 milhões em recursos destinados à produção audiovisual.
Projetos passarão por análise e pitching
A seleção será realizada em duas etapas: análise de mérito e avaliação oral final, por meio de pitching. Entre os critérios considerados estarão a originalidade e a abrangência do tema, a proposta artística e narrativa, a qualidade do roteiro, o potencial de difusão da obra e a valorização da cultura regional de Goiás.
Também serão avaliadas a estratégia comercial, o cronograma de execução e a experiência da produtora e da equipe técnica envolvida no projeto.
Edital prevê medidas de representatividade
O edital estabelece ainda mecanismos de participação voltados à ampliação da representatividade no setor audiovisual. Pelo menos 50% dos recursos deverão ser destinados a projetos que tenham mulheres cis ou pessoas trans nas funções de roteiro, direção ou produção.
Outros 25% dos recursos, no mínimo, serão destinados a empresas cujo quadro societário seja majoritariamente composto por pessoas negras, indígenas ou pessoas com deficiência. Dentro dessa parcela, há uma reserva mínima de 15% do total dos recursos para empresas com quadro societário majoritariamente composto por pessoas negras.
Comercialização terá R$ 1 milhão
O segundo edital lançado pela Secult Goiás é voltado à comercialização de longas-metragens brasileiros independentes para salas de cinema. Nesse caso, o investimento previsto é de R$ 1 milhão. As inscrições poderão ser feitas entre 8 de outubro e 1º de dezembro de 2026, às 18h.
Podem participar distribuidoras brasileiras independentes registradas na Ancine e sediadas em Goiás há pelo menos dois anos, desde que atendam aos demais critérios estabelecidos no edital.
As obras precisam ser longas-metragens brasileiros independentes dos gêneros ficção, animação ou documentário, podendo estar concluídas ou em fase de finalização.
FSA poderá financiar até 100% dos itens previstos
Os projetos poderão escolher entre diferentes faixas de contrapartida, correspondentes a investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual de 50%, 80% ou 100% dos itens financiáveis, respeitados os limites estabelecidos para a comissão de distribuição.
Assim como no edital de produção, a chamada pública voltada à comercialização também estabelece critérios de representatividade. Pelo menos 50% dos recursos deverão ser destinados à comercialização de obras que tenham mulheres cis ou pessoas trans nas funções de roteiro, direção ou produção.
Outros 25% dos recursos, no mínimo, serão destinados a projetos apresentados por empresas cujo quadro societário seja majoritariamente composto por pessoas negras, indígenas ou pessoas com deficiência.
Desse percentual, pelo menos 15% do total dos recursos deverá ser reservado a empresas com quadro societário majoritariamente composto por pessoas negras.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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