Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Flávio Bolsonaro diz que proibição às bets é agressão à segurança jurídica

Flávio Bolsonaro diz que proibição às bets é agressão à segurança jurídica

Além disso, A proibição das bets decretada pelo governo Lula (PT) é uma agressão à segurança jurídica, afirmou o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (7).

Dessa forma, em conversa com jornalistas, ele voltou a caracterizar Lula como “pai do tigrinho”, em referência ao cassino online conhecido como “jogo do tigrinho”, e lembrou ter votado contra o projeto de regulamentação do setor patrocinado pelo governo federal. Com isso, durante a gestão de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), as casas de apostas ficaram sem regulamentação e se expandiram.

“Ele toma [essa medida] a poucos dias da eleição como se isso fosse ser revertido em votos para ele, [mas] o efeito foi o contrário. Nesse sentido, ele agrediu a segurança jurídica, agrediu os clubes, diversas empresas”, afirmou Flávio Bolsonaro após encontro com representantes da federação União Progressista (PP e União Brasil).

Contexto e detalhes sobre Flávio Bolsonaro

“O governo tomou dinheiro dessas empresas que pagaram caro para entrar no mercado, para estarem reguladas, e do nada o cara dá uma canetada. Como é uma medida provisória, daqui a quatro meses ela pode caducar”, acrescentou.

O governo Lula editou uma medida provisória proibindo as apostas esportivas e os cassinos online no último dia 25, a apenas nove dias do primeiro turno. A medida colocou na ilegalidade o setor que havia sido regulamentado por um projeto de lei introduzido pelo próprio governo Lula no Congresso Nacional, em 2023.

Entre a legalização durante o governo Temer, em 2018, e a regulamentação pelo governo Lula, em 2024, o setor passou cerca de cinco anos vivendo numa espécie de vácuo legal. Nesse período houve grande expansão do número de casas de aposta em operação no território brasileiro.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás