Sobre o tema envolvendo Flamengo confirma, além disso, O Flamengo emitiu nota oficial solicitando que a Conmebol examine e aplique sanções ao Estudiantes pelo uso do zagueiro Marcos Rojo na semifinal da Libertadores. Dessa forma, O clube carioca reivindica uma derrota do adversário por 3 a 0, penalidade cabível em situações de utilização irregular de atletas.
Com isso, A partida de volta, disputada no Maracanã, terminou 0 a 0 no tempo regulamentar. Nesse sentido, O Estudiantes avançou à final ao vencer por 3 a 2 nos pênaltis e vai enfrentar o Palmeiras na decisão. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Flamengo confirma continuam sendo acompanhados com atenção.
Flamengo confirma: O argumento do Flamengo
Portanto, na nota divulgada, o clube rubro-negro argumenta que a autorização provisória concedida pelo CAS não isenta o Estudiantes de eventuais punições de natureza esportiva e disciplinar. O Flamengo nega estar em busca de benefícios extraesportivos, afirmando que sua posição se limita a exigir a aplicação igualitária das normas vigentes. Como precedente, o clube cita o caso do Santos, punido em 2018 por ter escalado Carlos Sánchez de forma irregular contra o Independiente.
“Não se trata de buscar resultado fora de campo. Trata-se de garantir que as regras de uma competição internacional valham igualmente para todos os clubes, de todos os países”, defende o Flamengo.
A cronologia do caso Rojo
Rojo encerrou seu vínculo com o Racing em 27 de setembro, data posterior ao fechamento da janela de transferências argentina. No dia 9 de outubro, o Estudiantes solicitou à Conmebol a inclusão do zagueiro na vaga do meio-campista Gabriel Neves, que se encontrava lesionado.
O pedido foi negado pela Conmebol em 14 de outubro, decisão mantida no dia seguinte depois de a entidade ouvir a Fifa. Diante das negativas, o Estudiantes levou o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), que emitiu uma autorização temporária permitindo a participação de Rojo no jogo de volta.
O Flamengo afirma que só entrou no processo em 16 de outubro, após ser incluído pelo próprio Estudiantes na ação no CAS, e que agiu apenas para preservar seus direitos após alertar o clube argentino sobre as possíveis consequências da escalação.
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