Domingo, 25 de outubro de 2026
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Eleitor é preso após colar tecla 3 de urna eletrônica em Ceilândia, no DF

Eleitor é preso após colar tecla 3 de urna eletrônica em Ceilândia, no DF

Sobre o tema envolvendo tecla 3, além disso, um eleitor foi preso em flagrante neste domingo, suspeito de colocar cola na tecla do número 3 de uma urna eletrônica utilizada no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 33, em Ceilândia, no Distrito Federal. Dessa forma, O equipamento precisou ser substituído após a identificação do problema, e a ocorrência foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Com isso, O homem, que não teve a identidade divulgada, foi levado à Superintendência da Polícia Federal, na Asa Norte, onde aguarda audiência de custódia. Nesse sentido, A Polícia Federal ficará responsável pela investigação do caso. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a tecla 3 continuam sendo acompanhados com atenção.

TRE-DF confirma substituição da urna

Portanto, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, a cola colocada na tecla impedia que o botão fosse pressionado normalmente pelos eleitores. Em seguida, diante da situação, foi necessária a troca da urna eletrônica para permitir a continuidade da votação.

A Corte informou que essa foi a única ocorrência registrada envolvendo a colocação de cola em uma tecla de urna eletrônica para impedir seu acionamento.

Secretário explica atuação da Polícia Militar

O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, comentou o episódio e explicou como funciona o atendimento de ocorrências dentro das seções eleitorais. Segundo ele, a Polícia Militar permanece do lado de fora dos locais de votação e só pode entrar na área da seção mediante solicitação da autoridade eleitoral responsável.

“Para ela entrar, inclusive, naquela área da seção, tem que haver uma requisição do juiz ou do presidente da mesa”, explicou. Patury afirmou que a Secretaria de Segurança Pública foi comunicada sobre a presença de cola na tecla 3 da urna.

O secretário também esclareceu que, quando não há flagrante identificado no momento da ocorrência, o caso deve ser encaminhado à Polícia Federal para investigação.

Polícia Federal vai investigar o caso

De acordo com Patury, a atuação policial depende das circunstâncias em que a irregularidade é identificada e da existência de informações que permitam reconhecer o responsável. Quando não é possível identificar imediatamente o autor, a ocorrência é comunicada à Polícia Federal, responsável pela investigação de crimes eleitorais.

No caso registrado em Ceilândia, o eleitor foi preso em flagrante e encaminhado à sede da corporação, na Asa Norte. O suspeito permanece à disposição da Justiça enquanto aguarda a audiência de custódia, e a Polícia Federal deverá apurar as circunstâncias da ocorrência.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás