Além disso, mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Cláudio Castro apontam que o ex-governador participou do planejamento de obra de R$ 245 mil para construção de adega em casa de empresário. Conforme a corporação, o político se comportava como proprietário do imóvel, embora a casa estivesse registrada em nome de terceiro.
Dessa forma, A PF, em relatório, aponta que Castro “exercia poderes típicos de quem detinha a posse e o controle fático do imóvel”. Além de tratar de questões do cotidiano, como reparos e a preparação do imóvel para receber visitas, os diálogos revelam tratativas sobre a evolução de obras no imóvel. Com isso, castro, conforme a PF, chegava a se referir a um projeto de construção de uma adega como “minha obra”.
O imóvel é avaliado em R$ 2,4 milhões e fica localizado em um condomínio em Petrópolis, cidade imperial da Região Serrana do estado. O espaço também conta com heliponto e fica próximo a um centro gastronômico.
Contexto e detalhes sobre Cláudio Castro
Dono da casa, o empresário Luiz Fernando Gomes atua no ramo da construção civil no estado do Rio de Janeiro. Ele possui mais de 20 empresas, entre elas a Enge Prat, que tem 13 contratos com o governo fluminense. Com a posse de Cláudio Castro, o empresário viu seu faturamento crescer 17.660%.
A partir de 2022, após Cláudio Castro assumir o Palácio Guanabara, a Enge Prat firmou mais 11 contratos com o Executivo fluminense, em um total de R$ 355,2 milhões. Desse valor, R$ 49,6 milhões foram firmados sem licitação.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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