Terça-feira, 6 de outubro de 2026
Cidades

Após renúncia de Guidão, Goiás anuncia novo presidente executivo

Após renúncia de Guidão, Goiás anuncia novo presidente executivo

O Goiás Esporte Clube anunciou Munir Calixto Júnior como seu novo presidente executivo após a renúncia de Aroldo Guidão. A mudança na diretoria ocorre em meio a uma grave crise financeira e pressão por resultados esportivos.

Além disso, poucas horas depois da oficialização da renúncia de Aroldo Guidão, o Goiás Esporte Clube anunciou, na tarde desta terça-feira (6), o novo presidente executivo. Dessa forma, trata-se de Munir Calixto Júnior, que é integrante do Conselho Deliberativo e estava na vice-presidência Jurídica do clube.

Com isso, segundo nota divulgada pelo Alviverde, o advogado “possui sólida trajetória na vida do Goiás“. Nesse sentido, E completa: “sua experiência, o conhecimento da estrutura administrativa do Clube e sua participação ao longo dos anos na vida esmeraldina passam agora a estar a serviço da Presidência Executiva.”

Guidão, que deixou o comando do clube, estava na cúpula administrativa esmeraldina havia quase três anos. Foi aclamado presidente do Conselho de Administração em 15 de dezembro de 2023, com posse prevista para o dia 18 daquele mês. O órgão tinha a responsabilidade de orientar, em conjunto com o CEO, decisões nas áreas administrativa, financeira e de futebol.

Contexto e detalhes sobre presidente executivo

Ao longo desse período, a gestão acumulou críticas pelos resultados esportivos e pela deterioração das contas. A pouca presença pública do dirigente para explicar decisões e responder às cobranças também alimentou a insatisfação. Em junho, conselheiros chegaram a pedir sua renúncia durante a reunião que aprovou as contas de 2025.

A mudança ocorre em meio a uma grave crise financeira na Serrinha, com atrasos de salários, direitos de imagem e premiações, além de dificuldades que atingem funcionários do clube. O cenário de instabilidade e cobranças se arrasta há cerca de cinco meses, sem que isso signifique cinco meses de salários integralmente em aberto.

Em setembro, o elenco tornou pública sua insatisfação em uma carta divulgada pelo goleiro Tadeu, cobrando o cumprimento das promessas de regularização. A renúncia acrescenta uma nova incerteza ao momento esmeraldino e aumenta a pressão por uma definição administrativa capaz de enfrentar os problemas financeiros e esportivos do Goiás.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Ao oficializar apoio a Flávio, Daniel Vilela critica governo Lula e diz que país precisa de gestão eficiente

Redação Foco Goiás