Sobre o tema envolvendo Aliado de Trump, além disso, O empresário e advogado mexicano Simón Levy, que se apresenta como aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27) que Flávio Bolsonaro (PL) chegou em segurança ao território americano. Dessa forma, levy também atribuiu ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a organização da saída do senador brasileiro. Com isso, não houve confirmação oficial do governo americano sobre a participação de Rubio na operação.
Aliado de Trump diz que Rubio arquitetou fuga de Flávio: ‘Liderará a resistência a partir dos Estados Unidos’
Nesse sentido, em publicação no X, por volta das 15h20, Levy escreveu que Flávio já estava nos Estados Unidos e que poderia comandar de lá a oposição ao presidente Lula (PT), que o derrotou no segundo turno da eleição presidencial, realizado no domingo (25). Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Aliado de Trump continuam sendo acompanhados com atenção.
“Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos”, afirmou o empresário. Portanto, na mesma publicação, apontou Marco Rubio como responsável pela articulação que teria permitido a viagem.
Em seguida, ex-subsecretário de Turismo do México, Levy mantém atuação política nas redes sociais e se apresenta como integrante do movimento Make America Great Again (Maga), ligado a Trump. De acordo com as apurações, ele não ocupa cargo no governo americano.
Por outro lado, A agência Reuters informou nesta terça-feira que um aliado próximo de Flávio e uma fonte do governo dos Estados Unidos confirmaram a viagem do senador. A agência, porém, não conseguiu estabelecer quem o acompanhou nem por qual rota ele deixou o Brasil.
Flávio descumpriu ordem de entregar passaportes
A viagem ocorreu depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na segunda-feira (26), que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas.
O magistrado também proibiu o senador de deixar o território nacional. A medida foi adotada em uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro que envolve Flávio e o advogado Willer Tomaz. Ambos negam irregularidades.
O prazo terminou na manhã desta terça-feira sem que os documentos fossem entregues. A Polícia Federal informou que cancelou os passaportes do parlamentar e comunicaria o descumprimento da determinação ao STF.
A corporação também não identificou registro de saída de Flávio pelos postos regulares de controle migratório do Brasil.
Na segunda-feira, após ser informado da decisão de Moraes, o senador publicou um vídeo em que negava qualquer intenção de deixar o país. Disse que entregaria os documentos e permaneceria no Brasil para organizar a oposição ao novo mandato de Lula.
Passagem pela Argentina não foi confirmada
O destino de Flávio passou a ser investigado depois que o site argentino Infobae informou que ele teria atravessado a fronteira e pretendia embarcar em um avião particular no Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú.
O governo argentino, entretanto, declarou não ter encontrado registro da entrada do senador no país. Autoridades locais também inspecionaram uma aeronave mencionada na reportagem, sem identificar documentação que comprovasse a presença de Flávio ou de familiares entre os passageiros.
Aliados da família Bolsonaro afirmaram à Folha de S.Paulo que o governo Trump tinha conhecimento da viagem e que o senador poderia solicitar asilo político nos Estados Unidos. Não havia confirmação oficial de que esse pedido tivesse sido apresentado ou aceito.
A assessoria de Flávio Bolsonaro não respondeu aos pedidos de manifestação feitos pela Reuters e pela Agência Brasil até a publicação das respectivas reportagens.
Flávio perdeu a disputa presidencial para Lula no domingo. O presidente foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do candidato do PL.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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