
Uma ala do Supremo avalia que André Mendonça esticou a lei para fazer caber o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
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A decisão atendeu a uma petição do Novo, partido diretamente interessado na eleição presidencial por lançar Romeu Zema. A própria decisão registra que, em 2 de setembro, a legenda pediu o afastamento cautelar de Andrei.
O problema apontado internamente está no Código de Processo Penal. Durante uma investigação criminal, a lei prevê que medidas cautelares sejam solicitadas pela autoridade policial ou pelo Ministério Público.
Para esses ministros, Mendonça forçou a interpretação do termo “partes” para acolher o pedido de uma legenda com claros interesses políticos. É uma discussão que pode crescer no Supremo nos próximos dias.
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do Metrópoles










