Sobre o tema envolvendo Acabou Metrô, além disso, O Metrô de São Paulo encerrará definitivamente a aceitação dos bilhetes magnéticos do tipo Edmonson neste domingo (31/10). Dessa forma, passageiros que ainda possuírem bilhetes poderão realizar a troca em postos de atendimento específicos, cujos endereços serão divulgados posteriormente, durante o período compreendido entre novembro e janeiro de 2027.
Com isso, A decisão marca o fim de mais de cinco décadas de um modelo introduzido no sistema paulistano em 1974, ano em que o Metrô deu início às suas operações comerciais utilizando bilhetes confeccionados em papel-cartão com tarja magnética.
Acabou Metrô: Por que o bilhete Edmonson está saindo de cena
Nesse sentido, O principal motivo é tecnológico. Portanto, os equipamentos mecânicos de leitura do Edmonson nas catracas tornaram-se obsoletos, apresentam muitas falhas e não contam com peças de reposição disponíveis. Em seguida, sem como manter o sistema funcionando, a saída é encerrar o uso.
Outro fator que pesou na decisão é a complexidade da cadeia produtiva desse bilhete. Fabricado pela Casa da Moeda, o item demanda uma série de etapas onerosas: estocagem, transporte, gestão de inventário, recolhimento das unidades usadas e manutenção dos leitores instalados nas catracas.
O que usar no lugar
Os usuários já dispõem de alternativas consolidadas para acessar o transporte público. Os cartões Bilhete Único e Top continuam em operação. Os bilhetes QR Code podem ser adquiridos em papel nas bilheterias e totens de autoatendimento, ou no formato digital via aplicativo e WhatsApp. O sistema também aceita pagamento por meio de cartões (sejam eles físicos ou virtuais), utilizando a tecnologia de aproximação.
Uma história com quase 200 anos
A história do bilhete, que agora se retira de cena, remonta ao século XIX. Foi Thomas Edmondson, funcionário que ocupava o cargo de chefe de estação na Newcastle and Carlisle Railway, na Inglaterra, quem criou um sistema padronizado de emissão de passagens a partir de 1839. O modelo resistiu a gerações inteiras e chegou ao Brasil muito tempo depois, tornando-se parte da memória afetiva dos usuários do Metrô de São Paulo.
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