Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Falta de motoristas impediu 100% da frota de ônibus no 2º turno, diz Nunes

Falta de motoristas impediu 100% da frota de ônibus no 2º turno, diz Nunes

Sobre o tema envolvendo 100 da frota, além disso, apesar da determinação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) para a liberação de 100% da frota de ônibus no segundo turno das eleições, a Prefeitura de São Paulo não conseguiu colocar todos os veículos nas ruas. Dessa forma, em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (27/10), o prefeito Ricardo Nunes justificou o descumprimento parcial da medida alegando falta de pessoal, afirmando categoricamente que os coletivos só deixaram de circular nos casos em que os motoristas faltaram ao trabalho.

De acordo com o prefeito, a notificação judicial, fruto de uma ação movida por parlamentares do Psol e proferida no sábado (24/10), deixou uma janela de tempo extremamente curta para a logística do sistema. A ordem previa que o município operasse com frequência equivalente à de dias úteis, sob pena de multa diária de R$ 100 mil para Nunes e para o presidente da SPTrans.

“Nós tínhamos poucas horas para mobilizar milhares e milhares de pessoas, nós não, as empresas”, declarou Nunes durante a coletiva. “Foi feita a notificação, só não foi o ônibus para a rua daquele motorista que não veio. O que a Prefeitura pôde fazer, as empresas puderam fazer, comunicar os motoristas para colocar a frota.”

100 da frota: Monitoramento e oferta de transporte no segundo turno

Além de detalhar a limitação operacional provocada pelas ausências dos trabalhadores, o prefeito argumentou que a frota disponibilizada atendeu plenamente o fluxo de eleitores ao longo do domingo. Nunes revelou ter orientado uma fiscalização preventiva em terminais e pontos de ônibus da capital paulista para registrar visualmente a circulação e o volume de passageiros.

“Eu te garanto que tenho mais de 400 vídeos, porque já percebi que tinha alguma coisa meio armada nisso aí”, afirmou o gestor, referindo-se aos registros em foto e vídeo acumulados pela gestão. Segundo ele, os dados recolhidos mostram que a oferta de veículos superou a demanda de passageiros. “A grande questão é o seguinte: alguém ficou sem votar por causa de ônibus? Não”, concluiu.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás