O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, apresentou na Câmara Municipal o relatório de prestação de contas do 2º quadrimestre de 2026, destacando um superávit orçamentário de R$ 389 milhões e investimentos que podem alcançar R$ 1,03 bilhão até o final do ano. A gestão também apontou cumprimento de metas fiscais e aplicação de recursos acima do mínimo legal nas áreas de saúde e educação.
Sobre o tema envolvendo R 103, além disso, O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), apresentou o relatório oficial de prestação de contas do 2º quadrimestre de 2026 na Câmara Municipal, nesta segunda-feira (26), destacando o equilíbrio das contas públicas e aceleração nos investimentos em infraestrutura urbana. Dessa forma, entre janeiro e agosto de 2026, a capital alcançou R$ 663,3 milhões em investimentos executados, montante quatro vezes superior aos R$ 165,2 milhões registrados no mesmo período de 2025, impulsionando a estimativa de atingir R$ 1,03 bilhão até o encerramento do ano.
Com isso, durante a audiência pública, Mabel enfatizou a meta. “Esse ano, Goiânia vai estar fazendo 1 bilhão de reais em investimento“, projetou o prefeito. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a R 103 continuam sendo acompanhados com atenção.
R 103: Superávit Orçamentário e balanço das contas municipais
Nesse sentido, corforme apresentado por Mabel, nos primeiros oito meses do exercício de 2026, a receita arrecadada pela capital somou R$ 7,27 bilhões. Portanto, O valor corresponde a 67,07% da estimativa orçamentária anual de R$ 10,84 bilhões fixada na Lei Orçamentária Anual (LOA). Em seguida, na comparação com o mesmo período de 2025, quando a arrecadação foi de R$ 6,65 bilhões, a receita do município teve um crescimento de 9,39%. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de R 103 nos últimos dias.
De acordo com as apurações, por sua vez, as despesas liquidadas no período totalizaram R$ 6,88 bilhões, representando 63,48% da execução anual. Por outro lado, A diferença entre o total arrecadado e o despendido resultou em um superávit orçamentário de R$ 389,0 milhões de janeiro a agosto. Especialistas destacam que novas atualizações sobre R 103 devem surgir em breve.
Vale destacar que sob a metodologia da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o resultado primário apurado foi de R$ 137,9 milhões, superando a meta fixada de R$ 132,7 milhões com uma folga fiscal de R$ 5,2 milhões. Sendo assim, mabel reafirmou o compromisso de manter o equilíbrio sem elevar impostos. “Não quero aumentar um centavo em imposto nenhum. Além disso, agora, tem que arrecadar de quem deve”, destacou o prefeito. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a R 103 continuam sendo acompanhados com atenção.
Salto dos investimentos públicos
Dessa forma, O volume investido pela gestão municipal ganhou peso significativo no orçamento, passando de 2,8% para 9,6% do total de despesas liquidadas entre os dois anos. Na série histórica recente, a capital havia destinado R$ 297 milhões em 2023, R$ 320 milhões em 2024 e R$ 501 milhões em 2025 para investimentos.
A marca de R$ 663,3 milhões registrada em apenas oito meses superou em 32,4% a execução do ano de 2025 inteiro e representou um crescimento de 301,62% ante o mesmo intervalo do ano anterior. Para o futuro, o planejamento inclui obras estruturantes de drenagem urbana, mobilidade e asfaltamento.
Projetando os próximos anos do mandato, Mabel adiantou os valores previstos. “Serão um bilhão esse ano. O ano que vem na LOA está previsto 1 bilhão e 670 milhões, que nós pretendemos fazer nesses dois próximos anos. Então Goiânia vai investir mais do que 4 bilhões de reais. É um valor que nunca se investiu tanto em Goiânia como vai se investir nesse mandato”, ressaltou o prefeito.
Aplicações em Saúde e Educação
Os indicadores fiscais demonstram também o atendimento às exigências legais nas áreas sociais do município. Na Saúde, foram aplicados 18,57% das receitas derivadas de impostos (R$ 798 milhões em uma base de R$ 4,30 bilhões), ficando acima do piso constitucional obrigatório de 15%.
A previsão da administração é encerrar 2026 atingindo o patamar de 19,70%. Os recursos subsidiam projetos como a construção simultânea de 8 novas UPAs (avaliadas em cerca de R$ 22 milhões cada, somando R$ 200 milhões) e 32 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) espalhadas pelos bairros.
Na Educação, a aplicação acumulada até agosto ficou em 21,88% (R$ 949,4 milhões executados sobre R$ 4,34 bilhões de receitas de impostos e transferências). O indicador projetado para o encerramento do ano é de 25,60%, cumprindo a exigência constitucional anual de no mínimo 25%. A verba tem sido direcionada à modernização tecnológica das escolas, como distribuição de tablets, lousas eletrônicas e instalação de aparelhos de ar-condicionado.
Pessoal, dívida e responsabilidade fiscal
No tocante aos gastos com pessoal do Poder Executivo, o comprometimento ficou em 45,58% da Receita Corrente Líquida (RCL), que somou R$ 9,25 bilhões. Esse percentual se mantém abaixo do limite de alerta estipulado em 48,6%, com estimativa de fechar o ano próximo a 48%.
Na gestão do endividamento, Goiânia ostenta uma situação fiscal folgada, com a Dívida Consolidada Líquida (DCL) representando apenas 4,27% da RCL, longe do teto de 120% permitido pela resolução do Senado Federal. As operações de crédito vigentes responderam por 3,15% da RCL, contra a referência limite anual de 16%.
Segundo Mabel, a prefeitura conquistou boa margem para captação de financiamentos. “O nosso endividamento é 4,27%. O limite de endividamento é 120%. Então nós temos um endividamento extremamente baixo. Nossos índices todos de financiamento estão todos em ordem”, pontuou.
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