Sobre o tema envolvendo imprensa internacional, além disso, A decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, de estender em duas horas o horário de votação em todo o país neste domingo virou destaque da cobertura internacional do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Dessa forma, O jornal americano New York Times atribuiu a prorrogação ao mau tempo e a problemas no transporte público, e observou que o ministro foi indicado ao Supremo por Lula.
Com isso, A rede britânica BBC informou que as seções seguiam abertas após a extensão de última hora, e o jornal britânico Guardian noticiou a medida em meio à disputa apertada entre os candidatos.
Os veículos estrangeiros também registraram a confusão provocada pela ordem, que saiu praticamente no horário de fechamento. A agência Associated Press relatou que mesários em Brasília deixaram as seções logo após o encerramento e que, no Rio de Janeiro, urnas já desligadas não puderam ser religadas.
Contexto e detalhes sobre imprensa internacional
O NYT apontou que não estava claro se quem chegou depois do horário original poderia votar. Já a rede americana CNN destacou que, segundo a Justiça Eleitoral, as seções ainda abertas deveriam continuar funcionando.
A prorrogação marca uma eleição tratada pela imprensa internacional como decisiva para a influência dos Estados Unidos na América Latina. A AP lembrou que uma vitória de Flávio, aliado do presidente americano, Donald Trump, consolidaria a guinada à direita na região, enquanto a reeleição de Lula manteria o Brasil, ao lado do México, entre os governos de centro-esquerda.
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