Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
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Anitta declara voto em Lula em vídeo nas redes sociais

Anitta declara voto em Lula em vídeo nas redes sociais

Além disso, após afirmar que não pediria votos para Lula, a cantora Anitta postou um vídeo em suas redes sociais em que declara apoio à candidatura do petista no segundo turno das eleições. Dessa forma, A artista ressalta a complexidade do debate público e admite que superestimou a conjuntura eleitoral ao acreditar em uma vitória em primeiro turno de Lula. “Confesso que esse ano eu fui bem ingênua. Com isso, tava convicta de que o Lula ia ganhar no primeiro turno por uma arrogância minha mesmo de achar impossível em 2026 a maioria do país ainda dá credibilidade ao bolsonarismo, mas eu tava errada”, declarou.

Nesse sentido, A cantora reconheceu a necessidade de aprofundar seus estudos sobre a política brasileira e fez um diagnóstico sobre o papel das redes sociais na simplificação excessiva de temas complexos. Portanto, segundo a artista, a extrema-direita utiliza plataformas digitais com forte apelo religioso e radical para confundir o eleitorado e pautar discussões superficiais ou antidemocráticas.

Em seguida, ao comparar o cenário atual com momentos anteriores da história recente do Brasil, a cantora traçou um paralelo entre a direita tradicional, citando nomes como Fernando Henrique Cardoso e Geraldo Alckmin, e os atuais apoiadores de Bolsonaro. “Nessa época, direita e esquerda disputavam, e no fim cada um aceitava o resultado das votações. Parabenizava educadamente seu opositor e vida que segue”, diz. Para ela, isso é política. “Ninguém acusava fraude das urnas sem prova. Ninguém incitava quebra e golpe de estado caso perdesse. O candidato aceitava as regras do jogo mais conhecida como Constituição”, continua. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a redes sociais continuam sendo acompanhados com atenção.

Contexto e detalhes sobre redes sociais

Ela completa que a alternância democrática anterior mantinha o respeito às instituições e aos resultados eleitorais, enquanto o ecossistema atual promove o acirramento do discurso de ódio contra minorias e estimula divisões familiares. “Ninguém promovia o discurso de ódio: ódio ao gays, aos transgêneros, ao preto, a lésbica do cabelo curto que agora vai ter que deixar crescer, porque o Flávio tá chegando né. O ódio a mulher que não devia ter o direito de votar o ódio dentro de casa (…)”, ressalta.

A artista argumentou que, apesar de existirem críticas ao Partido dos Trabalhadores que não devem ser ignoradas. “Isso não pode apagar os benefícios que os projetos dele trouxeram e ainda trazem a anos pra tantas pessoas necessitadas, né. Tanta gente que saiu da miséria”, defende.

Anitta afirmou que seu posicionamento político vai além de manifestações na internet ou tendências de redes sociais, refletindo-se em suas escolhas artísticas e no apoio ativo a pautas como os direitos das mulheres, a pauta indígena, a preservação ambiental, o combate ao racismo e à intolerância religiosa, e temas trabalhistas como o fim da escala 6×1 e defesa do fim das bets. Ela ressalta, ainda, que a escolha de lançar seu álbum “Equilibrium” em 2026 também é um ato político. “Eu escolhi este ano pra lançar por saber que posicionamento é todo dia um álbum popular que traz uma mensagem tão importante pras pessoas que é uma mensagem que é o oposto de tudo que o bolsonarismo prega”, diz. A cantora diz que está com a consciência tranquila porque nunca ter deixado de se posicionar e defender o que acredita publicamente. “Sou uma mulher trabalhadora.

Principais pontos e impactos da decisão

Vim da favela. Sou candomblecista e nunca me abstive(…) de trazer pro público o que eu acredito que seja muito importante”, argumenta.

“Posicionamento é todos os dias e todos os dias eu tô lá o meu voto é 13. Meu voto é Lula, porque não tem como ser diferente disso diante de todas as circunstâncias que o Brasil tá vivendo agora”, conclui a cantora em vídeo.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás