Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
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MP investiga influenciadores e Davi Brito por divulgar bets ilegais

MP investiga influenciadores e Davi Brito por divulgar bets ilegais

Além disso, O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu uma investigação para apurar se influenciadores digitais estão divulgando cassinos e plataformas de apostas ilegais no Instagram. Dessa forma, entre os nomes citados na apuração estão Davi Brito, campeão do BBB 24, a irmã dele, Raquel Brito, e Bia Miranda.

Com isso, A investigação busca identificar possíveis estratégias usadas para promover jogos de azar disfarçados de plataformas de adivinhação, após a proibição de sites irregulares. A suspeita é de que os influenciadores publiquem links em seus stories com a alegação de que os serviços não são bets, embora os usuários encontrem jogos que exigem apostas em dinheiro.

Nesse sentido, A apuração começou após denúncias encaminhadas à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), motivadas por um vídeo publicado pelo jornalista e influenciador Gabriel Perline. No material, ele mostrou como perfis poderiam estar usando estratégias para contornar as restrições à divulgação de apostas ilegais.

Contexto e detalhes sobre Davi Brito

Segundo informações da coluna Outro Canal, do portal F5, o Ministério Público suspeita que Davi Brito, Raquel Brito e Bia Miranda divulgavam os links em situações cotidianas, como conversas com amigos e vídeos de humor, para evitar denúncias e a remoção do conteúdo.

Em uma das publicações, Davi teria chamado uma plataforma irregular de “resenha boa”. Já Bia divulgou uma página com a seguinte mensagem: “Vim mostrar a novidade do momento de novo! Não é bet, não é aposta. Você tem que completar a palavra para ganhar”.

Os três foram procurados, assim como seus assessores, desde quinta-feira (8). Apenas Davi respondeu, afirmando que iria se manifestar, mas não enviou um posicionamento até a publicação das informações.

A investigação também busca apurar se influenciadores de menor alcance migraram de plataformas legalizadas para serviços irregulares para manter os ganhos com publicidade. Desde a proibição de sites de apostas ilegais, o Ministério da Fazenda derrubou mais de 11 mil páginas, e um dos sites divulgados por Raquel Brito já saiu do ar.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás