Além disso, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Wagner Neto (Solidariedade) vê um favoritismo de Issy Quinan (MDB) – “até diante da imprensa” – à presidência da Casa, mas mantém seu nome na disputa. Dessa forma, ao Mais Goiás, ele afirmou que o momento é de análise.
Com isso, neto afirmou que o governador Daniel Vilela (MDB), que está de férias, deu o aval para os deputados articularem as candidaturas nesse momento. Além de Wagner e Issy, outros nomes se destacam na disputa pela Mesa Diretora, como Virmondes Cruvinel (União Brasil), Wilde Cambão (União Brasil), Talles Barreto (União Brasil), Cairo Salim (MDB), Lissauer Vieira (PL) e outros. “Com respeito aos demais candidatos, estamos firmes na disputa”, reforçou o parlamentar. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Wagner Neto continuam sendo acompanhados com atenção.
Conforme levantamento, Issy já teria o apoio de 22 dos 41 deputados. Nesse cenário, ele já teria maioria na disputa. Wagner, entretanto, lembra que o favorito em 2019 foi surpreendido no dia da eleição. À época, Álvaro Guimarães era o favorito com o apoio do então governador Ronaldo Caiado. Porém, uma articulação na véspera deu vitória a Lissauer Vieira.
Os nomes que teriam declarado apoio a Issy Quinan são: pelo MDB, George Morais, Lineu Olimpio, Paulo Cesar Martins e o próprio Issy; no Mobiliza, Keke da Vulkanic, Lucas Kitão e Wellington Bessa; pelo Agir, Graciele da Arte Trigo e Joscilene do Mangão; no Novo, Dr. Amarildo e Neto Karfan; no PL, Coronel Urzêda e Marquinho do Gayer; pelo Podemos, Henrique César e Willian Panda; no PSD, Coronel Edson Raiado e Paulo do Vale; pelo PSDB, Gustavo Sebba e José Machado; Romário Policarpo (Cidadania); Paulin Vai Nele (PRD); e Rubens Marques (PSB). O levantamento foi feito pela coluna Giro.
Wagner Neto: Reviravolta em 2019
Em 2019, Álvaro Guimarães, à época no DEM, mesmo partido de Caiado, era o favorito para ocupar a presidência da Alego. Devido à articulações da oposição e independentes em torno do nome de Lissauer, o então deputado perdeu força e desistiu da disputa.
Lissauer Vieira foi eleito com 37 dos 41 votos para o biênio 2019–2021 e reeleito antecipadamente para os dois anos seguintes.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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