Sobre o tema envolvendo Vou continuar, além disso, A história de Ayrton Senna continua inspirando novas gerações da Fórmula 1. Dessa forma, campeão mundial de 2026, Kimi Antonelli já decidiu que não vai utilizar o tradicional número 1 na próxima temporada, reservado ao piloto que conquista o título. Com isso, O italiano pretende manter o número 12 em seu carro da Mercedes, em uma homenagem ao tricampeão brasileiro, seu maior ídolo no automobilismo.
Nesse sentido, aos 20 anos, Antonelli conquistou seu primeiro campeonato mundial neste domingo (1º), no GP da Cidade do México. Portanto, com o terceiro lugar na corrida, vencida por Max Verstappen, o italiano garantiu a taça e se tornou o piloto mais jovem da história a conquistar o título da categoria. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Vou continuar continuam sendo acompanhados com atenção.
A decisão de continuar com o número 12, porém, já havia sido antecipada pelo próprio piloto antes da conquista. Em seguida, em entrevista ao jornal suíço Blick, publicada em 27 de outubro, Antonelli falou sobre a possibilidade de assumir o número 1 em 2027 e deixou clara sua preferência. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Vou continuar nos últimos dias.
“Primeiro, preciso fazer meu trabalho no México. De acordo com as apurações, mas acho que, quando isso estiver resolvido, continuarei correndo com o número 12”, afirmou.
Vou continuar: Número 12 é homenagem de Antonelli a Ayrton Senna
A escolha da numeração tem uma relação direta com Ayrton Senna. O brasileiro utilizou o número 12 durante sua passagem pela Lotus, entre 1985 e 1987, e também na temporada de 1988, quando conquistou seu primeiro título mundial pela McLaren.
Antonelli nunca escondeu a admiração pelo piloto brasileiro. Em entrevista ao site oficial da Mercedes, publicada em 2025, o italiano contou que conheceu melhor a trajetória de Senna assistindo a vídeos e DVDs de temporadas antigas da Fórmula 1.
“Ele é meu ídolo pelo que foi dentro e fora das pistas. Um piloto incrível, mas também uma grande pessoa”, declarou.
Na mesma conversa, o jovem explicou diretamente a escolha do número utilizado em seu carro: “É por causa do Ayrton”.
A homenagem, entretanto, também reúne outras coincidências pessoais. Antonelli contou que começou a utilizar o número 12 ainda na Fórmula 4, sua primeira experiência em carros de monopostos. Além disso, tinha 12 anos quando ingressou no programa de jovens pilotos da Mercedes.
As coincidências entre Antonelli e Senna
A relação entre os dois pilotos vai além da admiração e da numeração. A conquista de Antonelli com o número 12 remete ao primeiro título mundial de Senna, em 1988, também conquistado com essa identificação no carro.
Há ainda uma coincidência no desenvolvimento das carreiras: ambos conseguiram suas primeiras vitórias e poles na Fórmula 1 durante a segunda temporada na categoria. Senna conquistou sua primeira vitória no GP de Portugal de 1985, enquanto Antonelli alcançou seus primeiros triunfos em 2026, seu segundo ano na F1.
Nascido em Bolonha, na Itália, Antonelli também tem uma ligação geográfica com a história do brasileiro. Senna morreu em 1994, após acidente durante o GP de San Marino, disputado em Ímola, na região italiana da Emilia-Romagna.
Agora, com o primeiro título mundial conquistado, o italiano inicia uma nova etapa da carreira mantendo no carro o número que representa sua admiração por um dos maiores nomes da história da Fórmula 1.
Em vez de assumir o número 1, Antonelli escolhe continuar com o 12. Uma forma de levar consigo a inspiração de Ayrton Senna mesmo depois de alcançar o topo do automobilismo mundial.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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