Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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TSE convoca reunião com campanhas de Lula e Flávio para tratar de 2º turno

TSE convoca reunião com campanhas de Lula e Flávio para tratar de 2º turno

Sobre o tema envolvendo TSE convoca, além disso, O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfrentou nesta segunda-feira (12/10) um impasse interno envolvendo o canal Exército do Lula, grupo de apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em aplicativo de mensagens. Dessa forma, dois ministros da corte emitiram, em menos de 24 horas, decisões contrárias sobre o mesmo canal.

Diante do conflito, Kassio Nunes Marques, que preside o TSE, convocou representantes das duas campanhas para uma reunião com o objetivo de estabelecer regras para o segundo turno.

Com isso, O deputado André Janones, do partido REDE, é quem administra o canal. Desde o primeiro turno, realizado em (04/10), o grupo registrou crescimento expressivo, passando de 55 mil para mais de 3 milhões de usuários.

TSE convoca: A sequência de decisões

No sábado (10/10), o corregedor do TSE, Ricardo Villas Boas Cueva, concedeu 72 horas à campanha de Flávio Bolsonaro para que prestasse informações antes de decidir sobre a suspenção do canal. Quarenta minutos após essa decisão, um novo pedido foi levado diretamente a Nunes Marques pelos representantes do Partido Liberal (PL).

Na segunda-feira (11/10), Nunes Marques acatou o pedido e ordenou a suspensão do canal, declarando que “não se pode transformar uma ferramenta de comunicação em instrumento de desinformação em massa às vésperas das eleições”. Horas mais tarde, Cueva reverteu a medida e restabeleceu o grupo, vedando apenas a circulação de conteúdo comprovadamente falso. O corregedor ressaltou que “não se pode apresentar o mesmo pedido por caminhos diferentes para escolher quem vai julgar”.

A área técnica do TSE, após análise do canal, não localizou mensagens que já tivessem sido declaradas falsas pela corte.

Reações das campanhas

Na noite de segunda-feira (11/10), a campanha de Lula classificou a decisão de Nunes Marques como censura e acusou o ministro de parcialidade em favor de Flávio Bolsonaro. A campanha de Flávio, por sua vez, criticou a atuação do corregedor Ricardo Cueva.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás