Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Ultimas Noticias

Trump se diz aberto a cúpula nuclear com China e Rússia no próximo mês

Trump se diz aberto a cúpula nuclear com China e Rússia no próximo mês

Sobre o tema envolvendo nuclear com China, além disso, O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar disposto a se reunir com Xi Jinping e Vladimir Putin no mês seguinte para tratar de controle de armas, nesta segunda-feira (19/10). Dessa forma, O presidente americano indicou que o encontro abordaria armas nucleares e desnuclearização, mas condicionou sua realização ao interesse do líder chinês. “Nós realizaríamos essa reunião para discutir armas nucleares e desnuclearização”, afirmou Trump a jornalistas em frente à Casa Branca. “Se o presidente Xi quiser, eu a realizarei”, acrescentou.

Com isso, A proposta emerge num momento em que Washington busca aproximação simultânea com Pequim e Moscou. Nesse sentido, trump já confirmou participação na cúpula da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), agendada para os dias 18 e 19/11 em Shenzhen. Portanto, O encontro trilateral ocorreria às margens desse evento. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a nuclear com China continuam sendo acompanhados com atenção.

Nuclear com China: Resistência da China e contexto nuclear

Em seguida, A proposta foi rejeitada pelo Ministério das Relações Exteriores da China. De acordo com as apurações, segundo a pasta, a “força nuclear não está de forma alguma no mesmo nível que a dos EUA e da Rússia” e “não seria justo, razoável nem realista pedir à China que se juntasse às chamadas negociações trilaterais de desarmamento nuclear nesta fase”. Por outro lado, A posição chinesa bloqueia, ao menos por ora, o formato proposto por Trump.

Vale destacar que O cenário de controle de armas tornou-se mais complexo no início deste ano com o vencimento do tratado Novo START, último acordo bilateral entre Washington e Moscou sobre o tema. Uma eventual renovação dependeria de decisão executiva. Até hoje, os três países jamais conduziram conversações formais conjuntas sobre arsenais nucleares.

Sanções suspensas e críticas de Zelenskiy

Na última sexta-feira (17/10), Trump assinou uma ordem executiva que suspendeu sanções importantes contra Moscou. Antes disso, Trump e Putin já haviam anunciado um acordo sobre combustível diesel. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, criticou as duas medidas. Ele alertou que as ações dos EUA encorajariam Putin e prolongariam o conflito, ressalva feita no condicional, como projeção, não como fato consumado.

Na véspera, Moscou desferiu um dos ataques aéreos mais intensos dos últimos meses contra a Ucrânia, que resultou na morte de dez pessoas e deixou mais de 500 mil residências sem fornecimento de energia.

O papel de Putin e a guerra na Ucrânia

De acordo com o Wall Street Journal, que cita fontes com conhecimento do assunto, Putin teria proposto que o encontro trilateral servisse como plataforma para encerrar o conflito ucraniano em condições vantajosas para Moscou. A sugestão teria sido feita durante ligação telefônica entre Trump e Putin em 09/10. O Kremlin confirmou nesta segunda-feira que a possibilidade de um encontro foi discutida nas conversas.

Trump, por sua vez, ainda não concretizou o compromisso assumido durante a campanha de pôr fim rapidamente à guerra na Ucrânia. Ao falar sobre a possível reunião, o presidente americano afirmou: “Eu faria isso, não tanto pela Ucrânia, porque a Rússia, francamente, tem se comportado bem em relação à Ucrânia”. Em relação a Zelenskiy, disse que o líder ucraniano “não está ajudando muito” e chegou a sugerir que “é hora de outra pessoa negociar em nome da Ucrânia”.

Sobre um eventual encontro à margem da APEC com Kim Jong Un, chefe de Estado norte-coreano, Trump tratou o assunto com indiferença. “Eu me dou muito bem com ele, e não tenho certeza se alguém está pedindo uma reunião”, disse.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Veja gols em Corinthians x Vitória, pelo Brasileirão

Redação Foco Goiás