TRE-RJ mantém rejeição de cinco candidaturas e soma 15 registros barrados

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(Arquivo / Agência Brasil)

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio rejeitou os recursos de defesa e manteve a rejeição das candidaturas de cinco nomes que tentam o Legislativo federal e estadual pelo Rio de Janeiro.

Diego Alba e Vandro Família, do PSDB, e João Drumond, do PRD, os três candidatos a deputado estadual, tiveram os registros indeferidos por relação com o crime organizado armado. Alba é investigado por ligações com o Comando Vermelho; Família, por milícias que atuam em Magé, na Baixada Fluminense; e Drumond, neto e sobrinho de capôs do jogo do bicho, seria uma extensão da ligação com a contravenção.

Já o indeferimento de Paulo Lomenha, candidato a deputado federal pelo Mobiliza, inaugurou um novo entendimento do TRE: a “milícia de gravata”. Os desembargadores ampliaram o entendimento de organização criminosa fora do contexto armado e apontaram o envolvimento de Lomenha com fraudes em licitações de municípios da Região Serrana. Paulo Lomenha chegou a ser preso, em 2016, pelo crime.

O quinto nome barrado pela Justiça Eleitoral do estado é Zezinho do Caminhão, ex-vereador de Nova Friburgo e postulante à Assembleia Legislativa do Rio pelo Solidariedade. Zezinho perdeu os direitos políticos por oito anos após a condenação, em agosto, pelo Tribunal Superior Eleitoral por violência política de gênero.

Todas as decisões do TRE cabem recurso na instância superior, TSE. Os candidatos sub judice podem efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral até a decisão final.

Ao todo, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio barrou 15 candidaturas por ligações com organizações criminosas, 10 armadas e 5 pelo entendimento de “milícia de gravata”.

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