Terça-feira, 6 de outubro de 2026
Cidades

STJD pune Adson Batista após Wilton Pereira Sampaio relatar abordagem “intimidadora”

STJD pune Adson Batista após Wilton Pereira Sampaio relatar abordagem “intimidadora”

O presidente do Atlético-GO, Adson Batista, foi suspenso por 15 dias pelo STJD após abordar o árbitro Wilton Pereira Sampaio no intervalo do clássico contra o Goiás. Além dele, profissionais do Goiás também foram punidos em primeira instância por reclamações contra a arbitragem.

Além disso, O presidente do Atlético-GO, Adson Batista, foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por conta de sua conduta no clássico contra o Goiás, disputado no dia 26 de setembro, no Estádio Hailé Pinheiro, pela 30ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Dessa forma, O dirigente recebeu 15 dias de suspensão em julgamento realizado pela Primeira Comissão Disciplinar. Com isso, naquela partida, o Dragão venceu por 1 a 0 e Adson foi denunciado após abordar o árbitro Wilton Pereira Sampaio no intervalo do confronto.

Nesse sentido, na súmula, Wilton Pereira Sampaio, árbitro do quadro da Fifa, relatou que, quando a equipe de arbitragem seguia para o vestiário após o primeiro tempo, Adson Batista estava próximo ao acesso e apontou o dedo em sua direção. Portanto, segundo o documento, o presidente atleticano repetiu, em tom considerado intimidador: “Apita igual para os dois lados, você está caindo na pressão”. Em seguida, O árbitro acrescentou que o dirigente deixou o local após a presença da segurança do próprio Atlético-GO. Adson foi denunciado com base nos artigos 258 e 258-B do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

A defesa sustentou no julgamento que Adson Batista não procurou deliberadamente o árbitro, mas encontrou a equipe de arbitragem na área de circulação e fez uma cobrança por uma atuação isenta. A Primeira Comissão, no entanto, entendeu que houve reclamação desrespeitosa e aplicou a suspensão. Com a punição, Adson fica impedido de acompanhar os jogos do Atlético-GO durante 15 dias. A decisão é de primeira instância e pode ser questionada no Pleno do STJD. O Atlético-GO pretende recorrer da punição.

Contexto e detalhes sobre Adson Batista

O julgamento também envolveu dois profissionais do Goiás. O coordenador de futebol Orisley Santos recebeu suspensão de 20 dias após o árbitro registrar que ele bateu palmas de maneira irônica e reclamou da atuação da arbitragem ao término do clássico. Já o fisioterapeuta Leonardo Morais foi suspenso por uma partida depois de abordar a equipe de arbitragem com um celular, mostrando um lance do jogo e contestando a decisão tomada. As punições também foram aplicadas em primeira instância e são passíveis de recurso.

A insatisfação de Adson Batista com Wilton Pereira Sampaio não se limita ao episódio registrado na súmula. O presidente do Atlético Clube Goianiense já manifestou o entendimento de que o árbitro apresenta posturas diferentes quando trabalha em grandes competições nacionais e internacionais e quando atua em partidas envolvendo clubes do futebol goiano. Na avaliação do dirigente rubro-negro, Wilton demonstra maior rigor e concentração nos jogos de maior projeção.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás