Além disso, as investigações indicam que Menachem Booky Halevy, apontado como ex-integrante do Mossad, o serviço secreto de Israel, teve envolvimento na operação que resultou na ida de Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos. Dessa forma, A revelação foi feita pelo Fantástico no último domingo. Com isso, halevy cruzou a fronteira Brasil-Argentina em uma van, sete minutos antes do veículo que teria transportado o senador e seus familiares.
Nesse sentido, ambas as vans são de propriedade da Dallas Turismo, empresa brasileira do setor. Portanto, viajando na mesma van que Halevy estava Roberto Jorge Alexandre, advogado com histórico de atuação em casos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Flávio Bolsonaro continuam sendo acompanhados com atenção.
Flávio Bolsonaro: Três entradas, dois cancelamentos
Em seguida, registros da imigração argentina indicam que o senador entrou no país três vezes pela mesma van, com documentos diferentes. De acordo com as apurações, A primeira entrada ocorreu às 22h37, com passaporte italiano. Às 22h40, houve registro com carteira de motorista, e às 23h11, com passaporte brasileiro. As duas últimas entradas foram canceladas. Apenas a registrada com o passaporte italiano permaneceu válida.
O motorista Neri Luiz Dala Corte relatou ao Fantástico que seu serviço consistia em transportar dois homens até o aeroporto de Puerto Iguazu. Ele afirmou não ter tido contato com qualquer integrante da família Bolsonaro ao longo do percurso.
Mulher e filhas teriam seguido rota diferente
Fernanda, esposa de Flávio, e as duas filhas do casal teriam viajado de Brasília a Cascavel, no oeste do Paraná, em uma aeronave separada. De acordo com a reportagem, o embarque delas na van da Dallas Travel ocorreu às 20h02. As informações ainda não foram confirmadas.
Halevy e o advogado investigado pelo STF
Halevy esteve no Brasil em três ocasiões ao longo deste ano, com a última entrada registrada em 19 de outubro. O Fantástico divulgou registros fotográficos em que ele figura ao lado de lideranças israelenses, entre elas o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O advogado Willer Tomaz, apresentado como próximo ao senador, responde a dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionados a lavagem de dinheiro. As apurações giram em torno de repasses vinculados a bets e ao filme Dark Horse, com conexão ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Em nota enviada ao Fantástico, Tomaz negou qualquer participação nas condutas investigadas e também contestou a ocorrência de uma viagem no jato Cessna Citation Excel.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Os Melhores do Mundo celebram 30 anos com comédia sobre sexo em Goiânia



